Por volta das 20 horas desta quinta-feira, dia 09, os familiares de policiais militares começaram um movimento igual ao que vem sendo realizado no Espírito Santo e ocuparam a entrada do 28º Batalhão da Polícia Militar de Volta Redonda. A reivindicação é de que os policiais tenham melhores condições de trabalho, que seja pago o 13º e também o salário de janeiro que estão atrasados.

Por enquanto, o policiamento na cidade está normal, mas pode ser que nas próximas horas os cidadãos comecem a perceber a ausência da polícia na rua, pois o objetivo dos familiares é impedir que os maridos saiam do batalhão. Aqueles que já estão nas ruas continuarão a fazer o serviço, mas ao retornarem, não poderão mais sair e quem já está dentro do batalhão, também ficará impedido de sair para realizarem as patrulhas.

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Uma das mulheres que foi para a porta do batalhão disse que é viúva, pensionista do estado e sem o pagamento, vem enfrentando muitas dificuldades; as contas estão atrasadas e já falta até o que comer.

Uma outra mulher informou que o movimento está muito bem organizado e houve uma reunião onde elas combinaram tudo, por exemplo, as mulheres de PMs que atuam em Angra dos Reis, Resende, Barra do Piraí e também em Três Rios, também estão envolvidas no movimento e cada grupo realizará o protesto nos municípios citados.

O comandante do Batalhão em Angra dos Reis já está ciente da situação e informou que fará de tudo para que os policiais tenham consciência de que um protesto como esse agora iria prejudicar muito a população, principalmente pelo fato do estado do Rio de Janeiro ter um índice de criminalidade tão alto.

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No Espírito Santo, com o protesto das mulheres dos PMs, o estado entrou em um verdadeiro caos e a #Violência está incontrolável. Se no Rio de Janeiro os policiais pararem o serviço, a situação poderá ficar realmente complicada. O comandante de Volta Redonda acredita que a manifestação das esposas dos PMs não irá afetar a segurança da população e caso as mulheres começarem a atrapalhar a saída dos policiais, ele irá pessoalmente negociar com elas. #Greve #Casos de polícia