O governador do #Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, fez o pedido pela chegada das #Forças Armadas alegando a necessidade por conta do aumento do número de pessoas na capital carioca até o Carnaval. Quem liberou foi o presidente Michel Temer nesta segunda-feira (13).

Segundo informações, os militares deverão permanecer na região por prazo indeterminado. A Presidência da República não informou mais detalhes sobre a atuação dos militares nas ruas do Rio. Parentes de PM's lotados no Rio de Janeiro permanecem nas portas dos batalhões protestando desde a semana passada, eles pedem melhores condições de trabalho para os policiais, pagamento do 13º salário e regime adicional de serviço (RAS).

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Ainda não há sucesso com relação as tentativas de acordo entre o comando da PM e os familiares dos policiais. Cerca de 80 militares da Força Nacional já estão no Rio de Janeiro desde dezembro do ano passado para reforçar a segurança do Palácio da Guanabara, sede do governo estadual, e de rodovias no estado.

Já no Espírito Santo, ocorreram ações semelhantes as do Rio na semana passada. Familiares de policiais militares ocuparam as portas dos batalhões. Mais de 130 pessoas morreram no estado durante a paralisação da PM, que durou pouco mais de uma semana. Também foram enviadas tropas das Forças Armadas e da Força Nacional de segurança para o estado com o objetivo de reforçar a segurança nas ruas.

Os parentes reivindicam o pagamento do 13º salário, do RAS Olímpico, que é a gratificação que deveria ter sido paga pelo trabalho na Olimpíada, e o pagamento das metas atrasadas.

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Conforme sitado a cima, os policiais ainda não entraram em acordo e não receberam o que tem de direito. "O patrulhamento está sendo realizado normalmente, bem como as trocas de turnos. As rendições, quando necessárias, são realizadas no lado externo e locais que apresentaram maiores problemas estão com apoio de outras Unidades", explicou a nota da PM para o G1.

Ontem (13) houve tiroteio em Niterói, um PM ficou ferido por um disparo nas costas, mas seu estado de saúde é estável, de acordo com o comandante da unidade. Mesmo assim, quatro mulheres permanecem em protesto na unidade do 12º Batalhão. #Espirito Santo