O pastor Anderson do Carmo de Souza, presidente da igreja Cidade do Fogo – Ministério Flor de Liz, no bairro Laranjal, em Niterói, no Rio de Janeiro, postou em sua página no Facebook os ataques que a igreja sofreu por parte de adeptos de outra religião.

Na terça-feira (21), o pastor desabafou no Facebook. “Intolerantes religiosos somos nós evangélicos? Peço oração e apoio do povo de Deus. Ligaram para meu filho para avisar que aproximadamente 50 adeptos da macumba foram para o portão da futura sede da Cidade do Fogo e jogaram cachaça, arriaram macumba no canteiro, 24 alguidares, gastaram muito dinheiro. Rasgaram, isso mesmo, rasgaram os banners que informam 'em breve inauguraremos este novo templo'”, afirmou Souza.

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“Fui lá para ver de perto porque não acreditei que pudessem fazer isso, porque penso 'cada um no seu quadrado'”, disse o pastor. “Tenho uma mensagem para essas pessoas: quando o templo for inaugurado as portas da Igreja estarão abertas para receber cada um de vocês no Amor de Cristo”.

A postagem repercutiu na internet, com mais de seis mil curtidas, quase cinco mil compartilhamentos e milhares de comentários. “Isto prova que o pastor está no caminho de Deus e vai ter que aumentar para mais de cinco mil pessoas, soldados de cristo”, comentou uma seguidora do pastor.

Ataque à outra igreja

Além da futura sede da Cidade do Fogo, outro templo da mesma igreja foi atacado em Itaboraí, na região da Grande Niterói. “Pensei que era intolerância... Agora está virando perseguição. Baixaram um despacho com nove galinhas, farofa, velas, em frente à porta de entrada da nossa igreja filial em Itaboraí.

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Vamos ter respeito. Vamos parar com o ódio. Jesus te Ama", desabafou o pastor, em nova postagem que repercutiu no Facebook.

“Não sou evangélico e nem espírita, mas para mim foi uma falta de respeito, mas cada um faz o que bem entender”, comentou outro internauta. Alguns internautas levantaram a suspeita de tudo foi plantado por alguém interessado em causar a discórdia entre as religiões. Os responsáveis pelo ataque ainda não foram identificados.

#Intolerancia Religiosa #Igreja Evangélica #Violência