As máscaras de políticos corruptos, que eram usadas para alegrar o #Carnaval e ao mesmo tempo fazer críticas aos parlamentares, estão sendo trocadas por uma nova sensação. Com a Operação Lava Jato a todo vapor, levando para a cadeia o alto escalão da política, surgiram novas ideias. Já estão sendo vendidas cópias dos uniformes prisionais do ex-governador Sérgio Cabral, de sua mulher Adriana Ancelmo e do empresário Eike Batista. São uniformes verdes iguaizinhos aos que eles utilizam no Complexo de Gericinó, em Bangu.

Na praia do Botafogo, os uniformes verdes são vendidos pelo preço de R$ 10 cada, mas se você comprar as três camisas, você conseguirá um bom desconto.

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Esses valores são bem em conta se formos comparar todo o dinheiro desviado do setor público por #cabral e companhia.

Crime de lavagem de dinheiro

Nesta terça-feira (14), o ex-governador do Rio se tornou réu da Lava Jato pela quarta vez. Ele foi acusado de cometer 184 crimes de lavagem de dinheiro. Sua esposa Adriana Ancelmo e o empresário Eike Batista também respondem à Justiça por lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos.

Cabral divide uma cela de 16 metros com mais cinco detentos, enquanto Adriana fica sozinha em uma cela de 6 metros quadrados.

Rotina

O ex-governador está lendo uma biografia do ex-primeiro-ministro inglês Winston Churchill. Ele vive indo à biblioteca do presídio. Em sua cela, há cinco ventiladores, uma televisão pequena e dois banheiros. Os banhos são com água fria.

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Na cela de Adriana existem vários livros, uma Bíblia e dois terços. Não tem banheiro, apenas um buraco no chão.

A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) autorizou o casal se encontrar todas as quarta-feiras, já que eles têm relação familiar. O encontro ocorre no pátio do presídio, das 9h até às 16h.

Os foliões dos blocos do Rio estão se preparando para ironizar a família Cabral, que roubou tanto dos cofres públicos e agora são obrigados a viver em situação calamitosa. Eles foram do céu ao inferno, graças a Lava Jato. #riodejaneiro