Tradicionalmente marcado pela alegria, colorido e festa, o desfile das escolas de samba do carnaval do #Rio de Janeiro ficou manchado em 2017. Dor, apreensão e susto tomaram conta do sambódromo nos dois dias de apresentações dos grupos. No domingo, uma alegoria da Paraíso do Tuiuti perdeu o controle e deixou 20 feridos. Já na segunda, último dia de desfiles, uma estrutura de um carro da Unidos da Tijuca cedeu e deixou mais 12 acidentados.

Para expressar seus sentimentos e manifestar preocupação com os episódios, a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (#Liesa) soltou um comunicado oficial prometendo realizar os "ajustes necessários" para que casos como esses não mais se repitam futuramente.

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"A entidade vem a público lamentar os episódios ocorridos nos desfiles no domingo e na segunda-feira. Em 33 anos de carnaval no Sambódromo, poucos foram os casos em que houve problemas nos carros alegóricos e estamos aguardando as conclusões das perícias para sabermos as causas", diz trecho da nota.

A Liesa também garante que se reunirá com "todas as agremiações" para costurar os ajustes necessários e evitar que novos acidentes se repitam em edições futuras. Atualmente, a entidade é presidida por Jorge Castanheira.