A ministra de Eucaristia da Paróquia Bom Jesus da Penha, no Rio de Janeiro, foi assassinada em seu apartamento de uma forma cruel e desumana, na noite do último domingo (5).

Marlene Pereira de Oliveira, de 51 anos, morreu logo após que o assassino invadiu seu apartamento, localizado na avenida Nossa Senhora da Penha, na zona norte do Rio, a atacou com aproximadamente 18 facadas e a agrediu com uma madeira cheia de pregos. Em seguida, o criminoso queimou o corpo da mulher.

O suspeito ainda queimou os documentos de Marlene e trancou portas e janelas, dificultando a entrada do socorro. Após muita dificuldade, Marlene foi levada ao hospital Getúlio Vargas, próximo ao local do #Crime, mas não resistiu a tanta brutalidade e faleceu.

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Devido à falta dos documentos, queimados pelo assassino, o corpo da ministra de Marlene ficou aguardando liberação. Amigos da vítima estão tentando contato com algum parente próximo para solicitar um documento.

A ministra de Eucaristia era solteira, morava sozinha e não era de receber muitas pessoas em seu apartamento. Sua única filha mora nos Estados Unidos e ainda não havia sido informada sobre o assassinato da mãe.

Uma grande amiga de Marlene afirmou que a mulher não tinha problemas com ninguém, era uma boa pessoa, ajudava a todos e não abria a porta para estranhos. Ela ainda afirmou que é bem provável que o assassino seja conhecido.

Nas redes sociais, apareceram milhares de mensagens sobre o caso. As pessoas que conheciam Marlene demonstraram tristeza e afirmaram que o crime foi uma demonstração de ódio.

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Até mesmo as pessoas que não conheciam a ministra também prestaram homenagens a ela e escreveram que o crime foi tão cruel que acreditam que seja o fim do mundo, pois acabou o amor entre as pessoas.

Os amigos e conhecidos de Marlene estão exigindo da Polícia alguma informação sobre o criminoso e pediram também justiça. O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios e ainda não foram encontrados suspeitos ou alguma pista sobre o motivo do assassinato. #Igreja #Religião