A cidade de Macaé, mais conhecida como a capital do petróleo, também tem greve de familiares da Polícia Militar da cidade em atividade. O 32.° batalhão está desde esta quinta-feira (09) com a entrada bloqueada pelos parentes dos soldados. Eles reivindicam aumento de salários e melhores condições de trabalho. O salário de um PM atualmente começa em R$3.146,00 e vai até R$11.100,00 para coronel, que é a patente mais alta.

Muitos podem até achar que esses salários são justos porque estão acima da média, mas é preciso não esquecer que esses militares ficam sob riscos ocupacionais e de vida o tempo todo, mesmo em suas horas de folga.

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Geralmente os meliantes marcam o rosto dos PM's, que são obrigados a andar armados o tempo todo para se protegerem a si mesmos e a seus familiares contra qualquer tipo de retaliação.

Macaé, apesar de ser uma cidade relativamente pequena, é praticamente cercada de favelas e comunidades que invadiram as margens da conhecida Rodovia Amaral Peixoto, que passa a BR-101 e por São Gonçalo, e corta várias cidades até chegar em Macaé. Já não está fácil para a cidade, que vem se surpreendendo com altos índices de violência e recessão econômica nos últimos tempos. Comunidades perigosas como Malvinas, Nova Holanda, Fronteira, Linha, Lagomar e tantas outras que vêm surgindo a cada dia, e que inclusive ganharam destaque em vários noticiários de mídias de grande veiculação devido aos altos índices de violência que praticam, estão no foco dos problemas sociais que Macaé vem enfrentando.

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Apesar da #Greve de militares do Brasil não ser permitida, o jeito que eles conseguiram para reivindicar seus direitos foi colocar os familiares para promover esse ato no lugar deles, pois assim eles não podem ser presos ou sofrer qualquer tipo de sanção disciplinar.

Com a greve dos familiares da Polícia Militar do ES, pessoas que nem sequer tinham passagem pela polícia estavam roubando supermercados e lojas, o que é realmente assustador e mostra que realmente não há ética e moral por essência, mas sim porque a polícia dita ou impõe essa conduta. O problema é quando a ferramenta de controle se abstém de fazê-lo, e é nesse momento que vemos com nossos próprios olhos o desejo latente da corrupção enraizado em cada um deles.

Como diz o teólogo e psicólogo Sergio Oliveira, "Se precisamos de polícia para sermos honestos, somos uma #Sociedade de bandidos soltos". #Casos de polícia