Policiais que mataram 3 homens após troca de tiros na quinta-feira (30), no #Rio de Janeiro, estão sendo tratados como pessoas covardes pela grande mídia brasileira.

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Após serem acionados pelo 190 para atender uma ocorrência, uma equipe policial do Rio de Janeiro foi até o local para averiguar a situação. Ao chegarem, foram recebidos por vários tiros disparados por criminosos. Para sua própria defesa, esses policiais revidaram ocasionando a morte dos três indivíduos.

Mas um vídeo que foi divulgado na internet mostra que os mesmos policiais, após a ação, deram mais dois tiros nos bandidos que estavam caídos no chão, conhecidos como 'tiro de misericórdia'. Baseado somente nesse vídeo, a mídia brasileira vem colocando os policiais como covardes por esse ato.

Entrevista

Em defesa dos agentes, o Major Ivan Blaz, porta-voz da polícia carioca, concedeu uma entrevista à emissora Globo, onde ele argumenta sobre o fato, deixando bem claro que não concorda com atitudes desse tipo, porém, explica que a real situação do Rio de Janeiro vem conduzindo ações parecidas.

Ele esclarece que muitos policiais vão para as ruas, muitas vezes, com salários atrasados e com a incerteza se retornarão para suas casas. Relata também que muitos policiais não têm a certeza que, se forem feridos, seus familiares receberão algum tipo de seguro. O Major disse que a real situação do do Rio de Janeiro é muito parecida com uma guerra, pois o policial deve tomar atitudes rápidas muitas vezes por dia para defender a população e a sua própria vida.

No final da entrevista, ele cita o caso de um policial que foi baleado na cabeça e gravado enquanto agonizava no chão, e populares, ao invés de salvar ou chamar socorro, discutiam quanto valeria o fuzil do policial.

Veja a entrevista:

Morte da adolescente

No mesmo dia dessa #Polêmica, a PM tinha informado sobre um tiroteio no mesmo bairro onde aconteceu a morte dos três homens, que terminou com a morte da estudante, Maria Eduarda.

A estudante, de apenas 13 anos, foi atingida por uma bala perdida durante uma aula de Educação Física, numa escola pública próximo ao ocorrido. #Casos de polícia