Mais um assassinato foi registrado no Brasil, desta vez no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (21).

Um crime chocou a todos e ganhou muita repercussão nos principais jornais do Brasil. Uma adolescente de 13 anos foi assassinada pelo próprio pai.

O crime foi motivado por uma vingança, pois o homem queria se vingar da ex-amante. Segundo o site de notícias Extra, o homem, Dário de Oliveira e Silva, que trabalhava como agente penitenciário, matou com um disparo de bala na cabeça, a sua filha, Dayanne Mariano de Azevedo e Silva, de 13 anos, em razão de não aceitar o fim de sua relação com a mãe da garota. Depois de assassinar a menina com um tiro, ele se matou.

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A tragédia ocorreu nesta terça-feira (21) a noite, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Em concordância com as investigações da Polícia Civil, o pai era casado e tinha um caso com a mãe de sua filha por pelo menos 16 anos. O delegado Willians Batista explicou que a jovem morava com sua mãe e seu pai tinha acesso livre à casa. Ele explicou também que, há cerca de 3 meses, a mulher terminou o relacionamento com o assassino, mas ele, inconformado com o término, começou a agredi-la e ameaça-lá.

A mãe da jovem tinha procurado dois dias antes da tragédia a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) para denunciar as ameaças do seu ex-companheiro. Ele constantemente ameaçava a mulher e falava até que a morte era pouco para ela.

Segundo as investigações do assassinato, Dário cometeu o crime porque queria provocar muito sofrimento a ex-companheira.

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O caso ocorreu um dia antes do aniversário da mulher. De acordo com a investigação, a menina foi executada por Dário às 19h e ele se suicidou logo em seguida. A mãe da jovem, ao chegar na residência, cerca de 3 horas depois do crime, encontrou os corpos, sendo que o corpo do homem possuía marcas de enforcamento. Foram apreendidas no local do assassinato uma pistola com 10 balas e 2 projéteis, os quais foram deflagrados.

O sepultamento e a liberação dos corpos não foram informados ainda. #Investigação Criminal #Casos de polícia