A vida não está fácil para ninguém e principalmente para as pessoas que vivem e têm de trabalhar nas grandes metrópoles brasileiras, como é o caso, por exemplo, da cidade do #Rio de Janeiro. Há um somatório de problemas que permeiam tais locais, como desemprego, poluição, engarrafamentos quilométricos, diminuição da qualidade de vida e algo que, infelizmente, não pode ser deixado de lado ou mesmo esquecido, que é a tão temida #Violência urbana na forma de assaltos diversos, sequestros, latrocínios, roubos nas famosas saidinhas de banco, entre tantas outras anomalias no quesito segurança pública e proteção da população como um todo.

Tanto é assim que, por exemplo, a manhã de 2 de maio foi mais um dia de fúria no Centro do Rio (especificamente na Avenida Francisco Bicalho), quando uma tentativa frustrada de assalto a um ônibus teve o desfecho trágico de um suspeito morto e outro ferido.

Publicidade
Publicidade

O jornal carioca “EXTRA” ouviu um passageiro que estava presente no momento do assalto, o qual explicou que três meliantes (dois estavam armados com revólveres) entraram no ônibus e anunciaram com a cara e a coragem o assalto em questão. O coletivo vinha do bairro de Campo Grande na Zona Oeste do Rio até o Castelo, justamente a região central da cidade.

Com o que os três assaltantes não contavam é que dentro do ônibus havia três militares (um policial militar, um militar da Marinha de Guerra e por fim, um guarda municipal), os quais reagiram prontamente diante do anúncio do assalto. Quem efetuou o primeiro disparo com arma de fogo foi o PM, conforme o testemunho do passageiro, provocando a #Morte instantânea de um dos suspeitos de nome Lucas Campelo, de 17 anos de idade, logo na entrada da porta do ônibus.

Publicidade

Quanto ao outro bandido, Vitor Hugo P. Santos, com 21 anos de idade, foi ferido e conduzido na seqüência para o Hospital municipal Souza Aguiar, localizado próximo à Central do Brasil. O 3º marginal teve êxito em lograr fuga para longe do ônibus.

Obviamente que uma sensação desagradável como essa gerou muito pânico entre todos os passageiros do coletivo, ainda mais que dois projéteis atravessaram o para-brisa do veículo, fazendo com que uma mulher ficasse estatelada ou imóvel no banco em que se encontrava. Somente depois de algum tempo é que ela conseguiu se levantar e pode assim sair do meio daquele grande tumulto, confirmou o passageiro que foi ouvido pela reportagem.

Além do bandido que morreu, do outro que ficou ferido e das pessoas inocentes que ficaram expostas a um final trágico em uma manhã em que iam para o trabalho, o COR (Centro de Operações da Prefeitura) registrou inúmeras retenções e engarrafamentos nas áreas adjacentes ao assalto, que acabaram se refletindo até o Viaduto do Gasômetro.

O pior de tudo é que essa parece ser uma luta inglória, em que as autoridades responsáveis estão longe de poder garantir o direito de ir e vir em segurança da população de bem deste país.