Um dos maiores desafios para os governantes dos municípios é como oferecer à população, principalmente de jovens, a melhor Educação possível. Porém, sem uma base nutricional adequada, essa missão ficaria incompleta.

Sem esquecer esse ponto básico, mas não menos importante, a Prefeitura de Petrópolis informou em seu site oficial que, pelo menos para 2017, quase um milhão e meio de toneladas de alimentos estão à disposição das escolas da rede municipal, dentre eles produtos diretamente da terra como frutas, legumes e hortaliças, estes totalizando 173 toneladas, para que as refeições sejam contrabalanceadas. Entre os itens não perecíveis estão o feijão, o arroz, macarrão e o biscoito, que também integram parte da cesta básica do brasileiro.

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Graças ao cumprimento de mais uma promessa de campanha do Prefeito Bernardo Rossi, cujo mandato está para atingir seis meses, cerca de 40 mil alunos serão beneficiados.

Segundo Ney Marcos de Paula Júnior, Diretor da Escola Municipal Monsenhor João de Deus Rodrigues, localizada no Distrito de Pedro do Rio, “Recebemos a merenda escolar regularmente, inclusive os itens de proteína. Isso é muito importante, temos muitos alunos e a variedade dos produtos que foram entregues é muito grande”.

A fidelidade ao Programa Nacional de Alimentação, que foi criado há mais de 60 anos no Brasil, está sendo feita em #Petrópolis, respeitando o Estatuto da Criança e do Adolescente, o qual defende o direito da gratuidade de alimentação nas escolas públicas.

Cuidados na logística

Outro desafio será a fiscalização relativa à estocagem e entrega dos alimentos nas escolas.

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Segundo dados da Agência Brasil, os desvios das verbas destinadas à alimentação dos estudantes chegaram à casa dos bilhões de reais, numa pesquisa feita desde 2003. Entretanto, de acordo com a Controladoria-Geral da União, 350 envolvidos foram presos. Esse ano também houve um caso de roubo de cerca de meia tonelada de alimentos integrantes da #merenda escolar no município de Duque de Caxias, para serem revendidos depois.

O cuidado é necessário, pois, em agosto de 2013, na gestão anterior, a sede do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe) de Petrópolis foi informada a respeito de irregularidades em relação aos alimentos da merenda escolar, os quais estavam com o prazo de validade vencido. Cerca de duas toneladas tiveram que ser devolvidas aos fornecedores. Na ocasião, a presidente do Conselho de Alimentação Escolar, Claudia Guedon, julgou o fato como uma manobra política.

Com um novo e eficiente projeto de infraestrutura e logística idealizado pela prefeitura de Petrópolis, dessa vez as crianças terão a merenda escolar garantida. #Bernardo Rossi