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Violência, criminalidade, choro, dor, retração econômica, covardia, ostentação e morte quando associadas formam uma combinação destrutiva e que em nada lembra as novelas românticas, com mocinhos sempre se saindo bem sobre os bandidos.

Lamentavelmente grande parte da sociedade brasileira se esquece da tragédia que é para milhões de crianças, quando têm as suas escolas fechadas pelo poder da bala de criminosos e homens do mal; as ruas são interrompidas e ficam às moscas com o toque de recolher dos marginais, e os moradores em geral de uma determinada comunidade ou região, ficam tomados pelo medo de serem as próximas vítimas fatais nessa guerra urbana.

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O pior de tudo isso é que a descrição acima não se baseia unicamente num filme de cinema ou numa novela da Globo, mas faz parte do duro cotidiano de milhões de brasileiros espalhados pelos quatro cantos do país, como, por exemplo, na favela da Rocinha situada no bairro nobre de São Conrado, Zona Sul da Cidade do Rio de Janeiro [VIDEO].

E por falar em #Rocinha, há uma tremenda ironia nesse mar de sangue, violência e assassinatos pelo #tráfico de drogas na comunidade, que resultou na guerrilha de bandidos que invadiram a comunidade no transcurso dos últimos dias, disputando o poder e os melhores pontos de vendas de drogas e entorpecentes.

Mas afinal de contas, que “fator” inusitado é esse? Fato é que a disputa no morro carioca não começou da noite para o dia, antes, porém, o caos teve um estopim, o que obrigou as Forças Armadas a subir na comunidade [VIDEO].

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E a causa da guerra no asfalto e morro do Rio de Janeiro, guardando-se as devidas proporções, parece ter saído de uma novela, cuja protagonista principal é Danúbia de Souza Rangel, vulgo a loira a base de água oxigenada, que está com 33 anos de idade.

Danúbia não é ninguém mais, ninguém menos do que a mulher de Nem, o Antônio Bonfim Lopes, líder do tráfico na favela e que se encontra encarcerado há seis anos, mas mesmo assim ainda dá as ordens aos bandidos na comunidade.

A loira do Nem, que hoje se encontra foragida da #Polícia, era responsável por repassar as ordens do marido, até que Rogério 157, um ex-braço direito de Nem, resolveu desafiar o líder do tráfico preso e sua esposa, ocasionando as fuzilarias na Cidade Maravilhosa, que teve as vísceras expostas no que diz respeito à vulnerabilidade da segurança pública do Rio de Janeiro.

A título de esclarecimento Danúbia em março de 2016 foi condenada a cumprir 28 anos de prisão; porém, logo tratou de fugir, e atualmente a mulher parece ter dezenas de perfis em redes sociais, nos quais apresenta uma vida regada a muita ostentação, luxo e selfies.

A primeira dama da Rocinha, como ficou sendo conhecida Danúbia, conheceu o marido Antônio em 2006, com que teve uma menina e desde aquela época conquistou o “direito” de ter uma vida de rainha, que é para poucos.