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Mais um policial militar perdeu sua vida nesta quinta-feira à noite (2) na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. Com a morte do PM, já sobe para 115 o número de policiais assassinados este ano no Rio de Janeiro.

O 1º sargento Alessandro Galdino Marques, de 35 anos, levou dois tiros disparados por bandidos que tentaram assaltar um posto de combustíveis situado na Via Dutra, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, próximo à uma unidade do Habib’s. O sargento estava abastecendo o veículo quando foi surpreendido por dois elementos.

Percebendo a ação, o policial revidou ao assalto, trocando tiros com os bandidos. Marques acabou sendo atingido duas vezes, um tiro acertou a nuca e outro o peito.

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O sargento chegou a ser levado para o Hospital da Posse também em Nova Iguaçu [VIDEO], mas já deu entrada sem vida na unidade de saúde.

O primeiro sargento GaldinoMarques era lotado no 16º Batalhão da Polícia [VIDEO] Militar, situado no bairro de Olaria. Os bandidos responsáveis pelo homicídio conseguiram fugir. As investigações ficaram a cargo da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Ainda não foi divulgada a data, hora e local do sepultamento do policial.

#dados mostram que a maioria dos policiais que morrem no Rio de Janeiro é por questões de assaltos e outros atos quando não estão de serviço. Alguns resultados apurados demonstram que 59% dos policiais mortos estão de folga, 22% estão de serviço e 19% são policiais reformados.

Segundo um coronel da #Polícia Militar, esse fato não significa que os bandidos tenham essas ações para querer ir contra o Estado e que os policiais matam muito mais quando estão em serviço do que morrem.

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Alguns dados do Instituto de Segurança Pública apontam que foram mortas por policiais em serviço 581 pessoas até o mês de Junho de 2017. De todas as mortes consideradas violentas no estado, cerca de 17% acontecem em execuções sem resistência armada.

Um especialista explica que, por a polícia matar em excesso, ajuda a contribuir com que os bandidos busquem matar policiais quando são identificados em roubos. “Os soldados sabem o que pode acontecer a eles. Por isso, andam armados quando não estão de serviço e acabam reagindo para se defenderem quando há algum assalto contra eles, pois sabem que, se forem identificados, serão executados. Isso aumenta os riscos deles nas ações” diz ele.

Ele diz ainda que as mortes de policias vão aumentar por conta dos frequentes roubos. #assassinado