A estudante de engenharia civil Stefane Haine, 21 anos, decidiu curtir o seu sábado de uma forma bastante prosaica: dando um passeio em um shopping de Salvador com a sua família. O momento de lazer, entretanto, foi interrompido por um ser mínimo, mas bastante inconveniente. Isso porque Stefane e sua família decidiram fazer uma pausa na programação para saborear uma torta da doceria Viva Gula, no segundo piso do Shopping da Bahia. Stefane, sua mãe e sua irmã pediram uma fatia da torta de morango com leite condensado da loja, que parecia saborosa. O que elas não sabiam é que a fatia tinha um ingrediente indesejado: uma larva. Veja o momento em que a cliente percebe a presença do verme:

 

"Estávamos comendo a torta quando sentimos um gosto estranho.

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Achei que fosse algum morango maduro, talvez... Então continuei a comer com minha mãe e minha irmã, até que me dei conta de que algo estava se mexendo no prato. Quando olhei, era uma larva se mexendo dentro da torta! Fiquei abismada! Extremamente surpresa, pois nunca esperava que tivesse um bicho na minha torta", conta Stefane.

A estudante diz que sempre comeu no Viva Gula, e que foi a primeira vez em que passou por algo parecido. "O que mais tive nojo foi que imaginei quantos daquelas eu teria ingerido, já que havia visto apenas uma no prato. E o pior de tudo foi que a minha irmã, Gabriela, de cinco anos, estava comendo a mesma torta. Logo veio a preocupação de uma infecção intestinal ou doenças mais graves", afirma Stefane. Sua irmã não chegou a ter nenhum problema de saúde, mas sua mãe não teve a mesma sorte.

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De acordo com Stefane, ela teve diarreia e dores abdominais após o lanche.

Reação da loja

Além do momento desagradável com a torta, Stefane reclama também do despreparo das funcionárias do Viva Gula ao lidar com a situação. Segundo ela, as funcionárias do quiosque tentaram convencê-la a trocar aquele pedaço por uma fatia de algum outro sabor, sugestão que recusou. Além disso, houve uma resistência da equipe do estabelecimento em entregar a nota fiscal de compra. "Quando pedi para que me devolvessem a nota, elas não estavam muito satisfeitas ao me entregar. Disseram que teriam que tirar uma xerox, e passei meia hora esperando a minha nota no local. Depois de ter passado uma vergonha e decepção, ainda tive de aguardar para receber o que de direito já era meu", desabafa.

A reportagem do Blasting News procurou a Viva Gula para obter um posicionamento da empresa. O estabelecimento confirmou a veracidade do episódio, mas optou por não se pronunciar publicamente. No Facebook de Stefane, a empresa pediu desculpas pelo ocorrido, disse que esse não era o padrão Viva Gula e que trabalham para manter a qualidade dos produtos.  #Animais #Alimentação Saudável