O crime aconteceu neste último sábado (6) pela madrugada. A vítima denunciou o agressor, que a esperava na porta do elevador no prédio onde mora. A estudante de Direito de 26 anos, que na noite do acontecido estava no espaço de festas do prédio com amigos, decidiu voltar para casa por volta de 4h da manhã, quando se deparou com o homem que tentou assediá-la. O edifício residencial está localizado no bairro da Pituba, em Salvador. A denúncia foi encaminhada para a 16.ª Delegacia do bairro (DT/Pituba), onde foi aberto inquérito para averiguação dos fatos.

A jovem sugere que o homem já estava esperando na porta do elevador quanto a mesma se dirigiu para o local, como estava com as mãos ocupadas pediu para que o mesmo apertasse o botão do andar.

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Foi quando o agressor se aproximou e a beijou forçadamente. A vítima teria se agachado, fugindo da agressão, enquanto o homem passava a mão na sua perna e acariciava sua coxa. Ela conseguiu se desvencilhar do mesmo com um tapa e fugir para o apartamento onde mora. O homem, que apresentava sinais de embriaguez, ainda conseguiu entrar no apartamento da vítima, mas a mesma conseguiu empurrá-lo para fora sob ameaças de chamar a polícia.

Após o ocorrido, a mulher foi procurar ajuda junto com os familiares. Ao examinar as imagens das câmeras de segurança do prédio, ficou constado de que o homem se tratava de um morador do próprio local. Ao ser identificado, toda a família e a síndica do prédio foram ao apartamento do acusado, que se recusou a atender. Foi quando decidiram ir até à polícia. O boletim da ocorrência só foi registrado na segunda feira, e os envolvidos foram chamados para narrarem os fatos.

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O acusado, que ainda não se apresentou para esclarecimentos, é um fisioterapeuta que atua na cidade.

A jovem, muito abalada, reclama da falta de segurança no prédio. Supostamente o edifício não possui câmeras de segurança dentro do elevador, o que teria possibilitado o crime. O rapaz que se aproveitou disso estaria o tempo todo observando a estudante, e já premeditando o #Crime. As imagens existentes foram divulgadas pela vítima e são das câmaras situadas no corredor, que dão acesso ao elevador. O conteúdo divulgado será arquivado junto com a denúncia e configura prova eloqüente do crime. #universidade #Casos de polícia