A cidade de #Salvador (BA) está apreensiva com a terceira vítima do chamado “maníaco da seringa”. Na tarde da última terça-feira (18), foi registrado mais uma ocorrência. A vítima é uma operadora de caixa, surpreendida enquanto aguardava um coletivo no ponto de ônibus do bairro Ribeira.

A mulher, de 41 anos, disse que viu quando foi atacada por um homem com uma seringa na mão. Ela estava distraída quando, de repente, sentiu uma picada no bumbum. Ao se virar para ver o que tinha acontecido, viu atrás de si um homem com a seringa na mão. Ele olhou para ela, mostrou a seringa e sorrindo se afastou sem se preocupar em esconder o objeto.

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O sujeito é negro e usava uma blusa listrada de branco e azul.

Conforme noticiou a imprensa, a operadora de caixa não foi a única vítima. Outros dois homens foram atacados com seringadas nos últimos dias: um é motorista de ônibus e o outro é soldado do exército.

Não se sabe se as seringas estão contaminadas com alguma substância. Este último caso aconteceu na rua Lélis Piedade, em plena luz do dia, e com o abrigo de ônibus cheio de crianças que vinham da Vila Militar. A passageira agredida disse que depois de sentir a dor da picada, sentiu dormência nas pernas e uma dor localizada.

Antes de buscar atendimento médico, a vítima foi até à delegacia para fazer a queixa policial. Na sequência, procurou o Hospital Couto Maia e lá ficou sabendo que não poderia ser atendida sem apresentar um relatório detalhado sobre o caso por parte da polícia.

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Ou seja, ao invés de ser socorrida de imediato, foi  orientada a executar trâmites burocráticos.

A mulher, então, retornou à unidade policial, pegou o documento e acabou passando mal no local, inclusive, vomitando. Segundo a mesma, a perna ficou ainda mais dormente.

Quando a operadora finalmente conseguiu passar por avaliação médica, o médico explicou que, nesses casos, ela precisa fazer uma bateria de exames. Os procedimentos foram feitos. A vítima também tomou três vacinas previstas em protocolo médico para estas situações. Outra medida foi a administração de três caixas de coquetel para HIV.

No dia seguinte ao ataque, a operadora de caixa ainda fez exames no Instituto Médico Legal. #Crime #Casos de polícia