Duas menores de idade, que faziam aulas de reforço escolar com um professor particular, foram estupradas pelo suposto educador. Ambas são muito jovens, elas têm sete e nove anos. O fato ocorreu na Capital do Estado da Bahia, em Salvador.

De acordo com a mãe das vítimas, o ato acontecia enquanto ele parecia estar dando aulas suplementares às meninas. Mas ao invés de lecionar a matéria que deveria ser aprendida, o criminoso praticava sexo oral com as crianças.

A menina de nove anos teria dito à mãe que o professor havia abusado dela e que teria colocado algo em sua boca, algo que ela não tinha noção do que era. A menina relatou isso à mãe, após ela ter voltado do trabalho e a encontrado bem assustada.

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As aulas vinham sendo dadas há um mês e os abusos teriam acontecido três vezes, porém, a menina só teria entendido o que estava acontecendo na última vez, já que o homem costumava vendar os olhos da garota.

O suposto professor tampava os olhos da aluna com algo e insinuava que aquilo era uma avaliação e que ela deveria acertar os três objetos que seriam colocados em sua boca. Mas na verdade ele estava fazendo com que a menina fizesse sexo oral, colocando o seu órgão sexual na boca da menor. Na última vez a menina chegou a vê-lo nu, o que fez com ela entendesse o que estava acontecendo.

A primeira denúncia veio por parte de sobrinha, que contou a mãe de sua prima que o professor estaria abusando da menina. A filha, em conversa com a mãe, acabou confessando.

Ainda, segundo a polícia, além do abuso físico, o criminoso registrou imagens das partes íntimas das meninas.

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O rapaz negou os fatos e diz não saber o que está acontecendo. Ele afirma ter uma filha e que jamais faria algo desse tipo.

Sobre o crime

O #Crime, se confirmado, pode ser considerado estupro de vulnerável, já que as meninas possuem menos de 14 anos. A pena pode ser de reclusão de oito a 15 anos, de acordo com o artigo 217 da LEI Nº 12.015, de 7 de agosto de 2009. O ato consiste em ter conjunção carnal ou praticar ato libidinoso com menor de 14 anos. #Casos de polícia