Um bebê de 45 dias foi encontrado morto em cima da cama em uma casa no bairro de Pirajá, em Salvador (BA), na manhã do último domingo (19). Em depoimento à polícia, a dona de casa, Cristiane Costa Conceição, de 25 anos, confessou ter dormido por cima do recém-nascido depois de ter ingerido bebida alcoólica. A perícia constatou que a criança foi morta por asfixia. Por conta disso, ela foi presa em flagrante.

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Em depoimento ao delegado do Serviço de Investigação de Local de Crime (Silc), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a #mãe admitiu ter dormido por cima da filha por cerca de cinco horas. Cristiane ainda contou que, assim que amamentou a criança, adormeceu por volta das 1h da manhã. Assim que acordou, ela diz, foi que percebeu que a filha já estava morta, de acordo com informações do portal R7.

Segundo a polícia, a vítima apresentava lesões pelo rosto e o lençol da cama está repleto de sangue. Na tentativa de salvar o bebê, a mãe teria ligado para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas já era tarde.

A dona de casa foi levada para a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca), onde permanece à disposição da Justiça. Ela foi autuada por homicídio culposo - quando não há intenção de matar.

Outros casos semelhantes

Esse não foi o primeiro caso em que bebê #Morre por asfixia. Outro incidente semelhante também aconteceu, inclusive na Bahia, em novembro de 2015. Uma mãe matou o filho de 45 dias asfixiado, em Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros de Salvador. De acordo com a polícia, a mãe da criança havia ingerido bebida alcoólica, quando resolveu dormir em uma cama de solteiro com a vítima. A mãe da criança também foi detida por homicídio culposo.

Outra tragédia ocorreu no bairro Vila Vitória, em Várzea Grande, no Mato Grosso. Um bebê de cinco meses também foi morto após a mãe de 28 anos dormir por cima dele em janeiro de 2015. A culpada, que dormiu enquanto amamentava a filha, também havia ingerido bebida alcoólica. O crime foi tratado como culposo. #Bebê