Pelo calendário oficial, o Carnaval termina na terça-feira, porque na quarta inicia-se a Quaresma. Vá dizer isso aos baianos e turistas que curtem o #Folia de momo em #Salvador.

Desde o dia 22 de fevereiro que o cerca de 2 milhões de visitantes da festa pulam, canta e agitam atrás dos trios puxados pela grandes atrações locais e de outros Estados. O #Carnaval de Salvador é para todos os gostos, a variedade musical é diversificada, atendendo aos públicos de cada segmento.

Este ano a festa homenageou os 50 anos do Tropicalismo. Dois ídolos da música brasileira e do movimento, Gilberto Gil e Caetano Veloso, puxaram uma multidão, no dia 24, no Centro Histórico da capital baiana.

Para os visitantes que ainda não foram embora e os soteropolitanos que fazem a festa ser mágica, a quarta-feira ainda teve carnaval. A partir das 10h, teve arrastão no Circuito Dodô (Barra-Ondina), com Psirico e convidados.

Se você acha que isso não durou a tarde inteira, pode estar enganado. Quando a banda para os foliões continuam a festa. Difícil mesmo é parar e dizer tchau ao Carnaval da Bahia.

A programação do Carnaval de Salvador, como sempre, levou boas atrações a diversos pontos da cidade, em seus vários circuitos que levam nomes de grandes personagens, como Dodô, Osmar, Batatinha. Quem não quis ou não pode ir aos locais principais da festa, também não ficou sem se divertir.

Bairros como Itapuã, Periperi, Plataforma e Pau da Lima tiveram estruturas montadas para shows, tornando o Carnaval mais acessível a todos. Antes do início da festa, vários blocos desistiram de sair e outros saíram de forma mais tímida.

As entidades alegaram que a crise que afeta o país atingiu diretamente as agremiações. Mesmo com este problema, alguns foram às ruas, o que se tornou um alívio para os participantes destas instituições. Blocos como Cheiro de Amor, Yes e Nana Banana anunciaram a desistência, o que causou um choque para a comunidade carnavalesca.

Mesmo com a crise, não foi difícil perceber que quando se trata de Carnaval, e em Salvador, todos os problemas ficam pra trás, e a turma vive o agora. Os circuitos ficaram lotados, os blocos que saíram, puxaram suas multidões, a exemplo das Muquiranas. Com crise ou sem crise, ano que vem tem mais Carnaval.