Mais um ato brutal de violência sexual aconteceu no Brasil no fim de semana de #Carnaval. Uma adolescente de 13 anos foi vítima de um estupro coletivo na cidade de Osasco, zona oeste da Região Metropolitana de São Paulo. A menina foi encontrada por uma moradora da Rua Quero-Quero com a bermuda rasgada e com um pedaço de papelão cobrindo o corpo.

A Polícia Militar chegou ao local após ser acionada pela moradora. No local, a menina contou que foi violentada por nove homens em uma residência na mesma rua em que foi encontrada e em uma escola estadual, que encontra-se com o muro quebrado, permitindo a entrada de estranhos ao ambiente escolar.

Publicidade
Publicidade

A jovem ainda contou que havia saído de casa após brigar com o pai após ele a impedir de ir a uma festa, e então foi abordada por um grupo de homens na rua. Estes, por sua vez, levaram a garota para a casa de dois irmãos e a obrigaram a consumir drogas antes de praticarem o ato. O #Crime aconteceu no bairro Jardim Aliança.

Chegando à residência onde a menina disse ter sido violentada, a PM encontrou um homem que foi reconhecido pela vítima como um dos autores do estupro coletivo. O mesmo delatou os colegas, e todos foram detidos. Os homens adultos, com idade entre 18 e 22 anos, foram presos por estupro de vulnerável e encaminhados ao centro de detenção provisório. Os menores criminosos, com idade entre 14 e 17 anos, foram encaminhados à Fundação Casa. A Polícia Militar também apreendeu celulares com vídeos do estupro.

Publicidade

A vítima foi abandonada na rua por volta das cinco horas da manhã. A mesma foi encaminhada para o Hospital Pérola Byington, referência na saúde pública da mulher, a fim de ter tratamento especializado para evitar uma gravidez e possíveis doenças.

Em meio a uma situação tão cruel, cabe à população repensar até quando a sociedade brasileira vai conviver com um Código Penal da década de 40, cheio de penas brandas e com alternativas ao infrator, bem como com o menor de idade sendo tratado como alguém que não sabe o que está fazendo.