A tempestade que alcançou parte do território metropolitano do estado de São Paulo causou alagamento, por conta da inundação de um córrego, desmoronamento de terra e atingiu a movimentação de trens em uma das linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos na noite desta terça-feira (03).

Alguns bairros da zona norte de São Paulo se aproximaram do estado de alerta por conta da forte chuva. A tempestade se iniciou no findar da tarde e foi mais forte nas zonas Norte, Oeste e numa das principais avenidas de São Paulo, a Marginal Tietê. Esses lugares ficaram em estado de alerta. O Centro de Gerenciamento de Emergência da prefeitura paulista também marcou pedras de gelo no território perto do aeroporto de Cumbica, na Grande São Paulo.

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Houve pancadas de vento de aproximadamente 50 km/h.

Durante a forte chuva, que já tinha sido amenizada no começo da noite, os corpos de bombeiros marcaram um desmoronamento de terra no território próximo ao Jardim Peri. Pedaço de uma casa foi acertada, porém os habitantes foram removidos do lugar a tempo e não foi registrada nenhuma morte nem ferimentos.

Já a Linha 7 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos marcou um transbordamento perto da estação Franco da Rocha. Durante um pouco menos de meia hora, os trens necessitaram trocar a movimentação por uma das vias, o que fez os transportes circularem com menos velocidade e com mais tempo de intervalo entre as estações Luz e Francisco Morato.

A tempestade desta terça-feira foi ocasionada por territórios de instabilidade ligadas à entrada de uma brisa no mar.

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De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências, o decorrer da semana deve ser marcado por chuvas com maior intensidade. E qual a razão desse fato? Por causa do aumento de um movimento de baixa pressão da atmosfera entre a costa Sul e Sudeste do país.

Por conta dessas instabilidades, a forte chuva alcançará a região de Guarulhos e também do litoral paulista nesta semana. Com isso, é certo que teremos precipitação nos reservatórios de água, porém sem esperanças para vencer os problemas hídricos, afirma o CGE. #Natureza