A Polícia Militar do Estado de São Paulo investiga uma ação realizada dentro de um dos campus da UNESP (Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho") situada em Rio Claro, interior do estado. Segundo boletim e informações vinculadas em diversas mídias, alguns bandidos invadiram o banco, que possui os caixas eletrônicos do Santander, situado dentro da universidade e provocaram uma explosão. Acredita-se que o objetivo era realizar um assalto na unidade.

O caso ocorreu hoje (6), durante a madrugada, próximo às 4h30 da manhã.

Movimentação suspeita

Os responsáveis pela guarda do patrimônio público dentro da unidade suspeitaram da movimentação próxima ao banco após ouvirem a explosão e se deslocarem para averiguar o que estava acontecendo.

Segundo informações, quando eles se aproximaram, foram recebidos com tiros de fuzil vindo dos suspeitos. Não houve ferimentos, porém a ação de destruição já havia acontecido. Imediatamente a polícia foi acionada.

Devido ao assalto, a unidade bancária ficou totalmente destruída. Os dois caixas eletrônicos foram explodidos, tornando-se metal retorcido. Além disso, os policiais encontraram envelopes de depósito, algumas notas de valor monetário e equipamentos do local totalmente queimados e espalhados pelo chão.

Em decorrência da explosão, a parede que sustentava os caixas foi abaixo. As gavetas de vidro também foram totalmente quebradas e o teto sofreu prejuízos pelos estilhaços, que alcançaram distante média de 30 metros de distância do local principal.

Suspeitas

Até onde consta, a Polícia Militar trabalha com a hipótese de invasão no campus através do arrombamento do alambrado do CEAPLA (Centro de Análise e Planejamento Ambiental), pela Vila Nova.

Não há notícias sobre a identidade dos suspeitos e, até o início da tarde, ninguém foi preso pelo crime. Também não foi divulgada a quantia roubada ou outros detalhes.

Tanto a UNESP quanto a assessoria do Santander declaram-se como colaboradoras à ação da Polícia e se colocam à disposição. As aulas no campus ocorrem em horário normal. #Violência