Acidentes com meios de transportes públicos, infelizmente, são comuns. Na maioria das vezes os envolvidos são veículos de particulares e ônibus que transitam pela cidade. É difícil ocorrer um acidente nas linhas de trem e metrô, mas quando acontece, há apenas uma colisão entre vagões. Dessa vez foi diferente, um trem que estava percorrendo sua linha acabou atropelando 2 pessoas, ocasionando um acidente fatal para um e ferimentos graves para outra.

O acidente aconteceu hoje, 10 de abril, às 5 horas da manhã, quando um trem da Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos (CPTM) começou a fazer seu trajeto entre o ponto Brás até Calmon Viana.

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O trem, que atropelou os cidadãos pertence à linha 12, conhecida como Safira. O acidente aconteceu quando o veículo estava em trânsito entre as estações Itaim Paulista e Jardim Helena.

De acordo com a empresa responsável pelos trens que circulam na Grande São Paulo, as vítimas sofreram o atropelamento após invadirem a área próxima à linha que o veículo opera. A CPTM informou que essas pessoas pularam o muro de proteção e começaram a se locomover livremente perto das linhas.

Esse acidente mobilizou 5 equipes do Corpo de Bombeiros para que fosse realizado o resgate, esse trabalho de salvamento durou aproximadamente 40 minutos. Todavia, de acordo com setores internos, o acidente não causou grande abalo na circulação de trens, pelo contrário, houve apenas um pouco de atraso que não prejudicou os passageiros.

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Ao final do trabalho dos bombeiros, o sobrevivente foi levado para o Hospital Ermelino Matarazzo, já a vítima que faleceu teve seu corpo retirado dos trilhos e colocado perto do local do acidente para que a perícia possa agir e informar a causa da morte.

Ainda não há muitas informações sobre as vítimas, como nome ou idade, também não é possível analisar de imediato se as pessoas estavam alcoolizadas ou sob efeito de drogas. Caso elas estivessem em pleno exercício de suas faculdades mentais, foram extremamente irresponsáveis. Afinal, nas áreas de segurança, perto das linhas, é óbvio que não se pode transitar, a não ser que haja uma permissão explícita pela CPTM.