Depois de três anos do #Crime, que vitimou o empresário Marcos Kitano Matsunaga, o DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa) reabre as investigações do caso a pedido do Ministério Público do Estado de São Paulo, a instauração do inquérito vai investigar se Elize Matsunaga teve a ajuda de outra pessoa no assassinato e na ocultação do corpo.

Elize que sempre negou a participação de uma segunda pessoa no crime, terá agora como suposto cúmplice um caseiro, que trabalhou na casa do casal e foi denunciado pela própria esposa após uma briga em que acabou revelando a participação, isso fez com que as investigações fosses reabertas.

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Esse caseiro é irmão de uma veterinária que era amiga da família.

Existe um laudo que aponta os diferentes tipos de cortes no corpo, e também um DNA recolhido de um homem desconhecido, que pode comprovar o envolvimento de uma segunda pessoa no crime. Com esse depoimento da mulher do caseiro se reforça ainda mais essas provas coletadas.

O crime aconteceu em maio de 2012, depois de dias desaparecido, partes do corpo de Marcos foi encontrado na Estrada do Pirez em Cotia na grande São Paulo, e duas semanas após, Elize foi presa e confessou a autoria do crime. O executivo da Yoki foi assassinado com um tiro na cabeça e teve seu corpo esquartejado.

Hoje Elisa está presa na Penitenciaria de Tremembé, onde aguarda o julgamento.

No começo do ano passado advogados de Elize pediram através de recursos, que ela respondesse em liberdade, porém o TJ (Tribunal de #Justiça), negou o pedido.

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Analisado pela 7ª Câmera Criminal do TJ "Eles entenderam por manter a prisão por se tratar de um caso de clamor social, clamor público", explicou Luciano Santoro advogado de Elize.

A acusação entende que Elize premeditou o crime, por almejar o dinheiro do seguro do marido, já a defesa diz que Elize o matou por ter sido agredida.

Marcos Matsunaga foi morto no dia 19 de maio e tinha 42 anos, era sócio da empresa alimentícia Yoki, o casal tem uma filha que está sob aguarda dos avós paternos, e Elize desde de que foi presa não vê a filha.