Thomaz Alckmin, filho caçula do governador do Estado de São Paulo, #Geraldo Alckmin, foi uma das vítimas do acidente com um helicóptero que caiu sobre uma casa em Carapicuíba na tarde dessa quinta feira.

A empresa Seripatri informou que a aeronave era comandada por outro piloto e que o voo se tratava de um teste após manutenção. Thomaz, que também era piloto de helicóptero, havia pedido para voar junto com os colegas para a realização dos testes de prevenção. Testemunhas do acidente afirmaram que uma das pás da hélice se soltou, ocasionando o trágico acidente.

O corpo de Thomaz Alckmin foi reconhecido no fim da tarde, mas a informação só pode ser divulgada horas depois porque a primeira-dama, Lu Alckmin, ainda não havia sido informada da morte do filho.

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Ela estava em viagem a uma cidade do interior paulista, Campos do Jordão. As tatuagens que Thomaz tinha pelo corpo auxiliaram na sua identificação.

Thomaz tinha 31 anos. Era casado desde 2011 com a arquiteta Thais Fantato e deixa duas filhas - uma menina de 10 anos e uma bebê de apenas dois meses.

A família ainda não se pronunciou sobre a tragédia, mas está extremamente abalada pela morte prematura de Thomaz.

O rapaz já havia passado por algumas situações de perigo há alguns anos. A primeira foi no ano de 2002, quando dois policiais militares que faziam a segurança de Thomaz foram baleados em frente ao edifício onde sua namorada morava, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo. Um dos policiais baleados, Diógenes Barbosa Paiva, na época com 38 anos, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

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Há um ano Thomaz viveu outro momento tenso em sua segurança, pois foi vítima de uma tentativa de assalto em São Paulo. Ele estava em seu veículo com a filha e a esposa no Morumbi quando foi fechado por outro veículo com homens armados.

Seus seguranças que estavam no carro atrás do seu veículo trocaram tiros com os marginais, que fugiram do local. Um dos meliantes foi atingido na troca de tiros, os outros quatro fugiram ilesos. A investigação do caso foi direcionada para o DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais), que trabalhava com três linhas de investigação: retaliação de criminosos insatisfeitos com a segurança pública, tentativa de sequestro ou criminosos que confundiram a vítima.