No início da tarde no litoral paulista, por volta de quase 14h, os quiosques da praia do Guarujá se incendiaram, segundo informações ainda não se sabe como aconteceu o acidente, nem mesmo o corpo de bombeiros possuiu dados para afirmar algo.

É o segundo incêndio em escala de maior visibilidade em São Paulo em dias, contando com o incêndio do Porto de Santos. Em meio a tantas notícias ruins, foi reconfortante saber que ninguém foi ferido no Guarujá, e os responsáveis já trabalham para identificar as causas do incêndio.

Não se tem informações claras, mas fala-se que 11 quiosques foram atingidos pelas chamas na orla da praia do Guarujá, considerada por muitos a mais importante do litoral paulista.

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A grande causa do fogo ter se espalhado é que os quiosques são feitos de madeira e palha, que são excelentes comburentes, ou seja, pegam fogo com muita facilidade e se alastram.

Os moradores e pessoas que passavam por perto acionaram o corpo de bombeiros enquanto se espalhava o incêndio, eles disseram que o fogo se propagou muito rápido, em questão de poucos minutos. "É muita fumaça em meio a um cenário de destruição. Parece uma guerra. Praticamente todos os quiosques foram queimados. Os trabalhadores estão arrasados por perderam assim seu negócio, sua fonte de renda. Pelo menos ninguém foi ferido", disse Heitor a reportagem do G1 (Globo).

Ainda às 15h da tarde o Corpo de Bombeiros trabalhava intensamente para deter a fumaça e o fogo, fazendo rescaldo do local, deixando-o em segurança.

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Nos próximos dias deve ser investigadas as causas do acidente, e assim divulgadas. Não são descartadas as possibilidades de uma pessoa de má intenção ter causado o incêndio, além de outras hipóteses é claro.

Nunca o litoral paulista viu tanto fogo como nos últimos dias: primeiro em Santos e agora no Guarujá. É claro que os incêndios que ocorreram em Santos e deixaram em alerta a população e as autoridades fora muito maior, já que eram tanques de combustível que estavam incendiados. Medidas públicas tem de ser tomadas para o bem da segurança das empresas, dos pequenos empreendedores, como os que se alojam nas praias e da população que a contorna, para melhoria da qualidade de vida.