De acordo com o site Catraca Livre, os moradores dos bairros localizados no extremo sul da capital estão insatisfeitos com a falta de ônibus na região de Parelheiros, Depois de reclamarem para subprefeitos, prefeito e pessoas que poderiam resolver o problema, e nada foi feito, os próprios moradores criaram as "linhas populares" de ônibus em seus bairros. Sustentado por eles mesmos através de arrecadações feitas em eventos nas comunidades, um veículo circula gratuitamente realizando trajetos onde não passam nenhum coletivo para transporte dos moradores.

Após anos de reivindicação junto aos responsáveis pelo transporte público, não obtendo êxito, parte das linhas foram aprovadas pela SPTrans e pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente.

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No entanto, as permissões não saíram do papel, diz o Movimento Luta do Transporte no Extremo Sul.

As chamadas "linhas populares" foram organizadas pelos moradores do extremo sul duraram três dias, Nos dias 13, 14 e 15 de maio as linhas funcionaram nos trajetos mais distantes onde a população era obrigada a percorrer um longo caminho a pé.

Antes dessa linha ser criada, no mês de abril, um grupo de moradores procurou o prefeito Haddad para reivindicar o que é de grande importância para as pessoas daquela região. Dezenas de moradores conseguiram interromper uma das aulas do prefeito Fernando Haddad na Universidade de São Paulo (USP), exigiram rápida implementação das linhas de ônibus para os bairros. Naquele momento, Haddad se comprometeu a realizar juntamente com a Subprefeitura de Parelheiros uma reunião para solucionar o problema estabelecendo aparentemente a data do dia 16 ou 23 de maio.

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Porém, os moradores do bairro ainda estão sem o transporte, e não receberam nenhuma confirmação de data.



Em 2014, moradores do Marsilac, outro bairro sem transporte público, chegou a também organizar uma linha popular de apenas um dia e como protesto se acorrentaram no saguão da prefeitura. Sem nenhuma posição e resposta favorável para os bairros afetados pela falta dos ônibus, os moradores voltaram a organizar as "linhas populares". #Governo #Manifestação