O professor aposentado Gilberto Chierice coordenou uma pesquisa na Universidade de São Paulo (USP), no campus da cidade de São Carlos (SP), onde conseguiu desenvolver uma substância sintética que ele afirma curar o câncer. Essa substância é conhecida na #Medicina como Fosfoetanolamina.

Com a descoberta, o professor passou a procurar laboratórios, mas até agora não conseguiu nenhum para fazer uma produção em larga escala e fornecer para pacientes com a doença, mesmo em estado terminal.

O professor alega que, ao procurar a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), foi solicitado dados clínicos. Ele também fez o pedido em quatro hospitais governamentais, mas até hoje não obteve resposta.

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Gilberto procurou a ANVISA novamente, porém, esta não resolveu o impasse até agora. Mesmo com toda essa burocracia, a USP de São Carlos doava o medicamento em sua unidade, ajudando milhares de pacientes. Segundo Gilberto, ajudava mais de mil pessoas por mês com o medicamento.

Ainda segundo o professor, a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) se prontificou a ajudá-lo, mas propôs que a patente do medicamento teria que ser do laboratório, os pesquisadores não concordaram. Em entrevista ao EPTV,  o pesquisador Salvador Neto disse: "Se você cede parte, ou a patente toda, quem garante que eles iriam aprovar? Poderia simplesmente dizer que não funciona a fosfoamina e engavetar, e aí como ficaria? A gente não teria direito a nada, nem de tentar em outro lugar", afirma 

A ANVISA respondeu em nota dizendo, que "não foi identificado nenhum processo formal em seus registros solicitando a avaliação do produto.

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Que não houve, por parte da instituição de pesquisa, nenhuma iniciativa prática para transformar o produto em medicamento". Ainda segundo a Anvisa, para obter o registro, além da requisição, é preciso apresentar documentos e análises clinicas.

De acordo com o professor Gilberto, a substância conhecida como fosfoamina não chegou ao mercado por "má vontade das autoridades". Ele ainda disse que procurou a Anvisa por quatro vezes e foi informado que precisa de dados clínicos. "Essa é a alegação de todos mundo, mas está cheio de remédios nesse país que não tem dados clínicos", afirma. #Curiosidades #Doença