Um grupo de manifestantes ocuparam o vão livre do Masp, na avenida Paulista,  na manhã desta terça-feira parar protestar contra a demora nas investigações da chacina que matou 19 pessoas em Osasco e Barueri em agosto passado. Hoje completa dois meses em que 19 pessoas foram mortas na chacina que chocou o Estado. O protesto  aconteceu 5 dias após cinco policiais militares e um um coordenador da Guarda Civil de Barueri serem presos suspeitos de participarem do acontecimento.

Os militares tiveram  a prisão preventiva decretada e não tem data para ser encerrada. Eles foram presos por ter entrado em contradição no depoimento.

Publicidade
Publicidade

Alguns teriam dito que estavam em um local quando na verdade estavam em outro. Como parte das investigações  também foi rastreado o sinal dos telefones celular dos suspeitos. Os policiais foram levados, primeiramente, para a sede do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP)  e depois serão encaminhados para o presídio da Polícia Militar Romão Gomes, no Tremembé, na Zona Norte de São Paulo.

Em entrevista ao portal G1 o Secretário de segurança pública Alexandre de Moraes afirmou que no entendimento da polícia a chacina contou com participação de outras pessoas, porém ainda não há evidencias que justifique pedido de novas prisões.

Além de cobrar punição ao culpados os grupo também pedia indenização as familiares, já que pais de família estavam entre as vítimas. Os manifestantes levaram cartazes com os nomes dos falecidos e fizeram um Rio de Sangue para simbolizar o sofrimento daquela noite.

Publicidade

O ato durou mais de uma hora.

A chacina

As mortes aconteceram na noite do dia 13 de agosto por volta das 20h30 em um bar no bairro Jardim Munhoz na cidade de Osasco limite com Barueri, no local quatro pessoas foram mortas e outras seis morreram após terem sido socorridas.nas horas seguintes outros ataques aconteceram  em diferente ruas de Osasco. Já em Barueri o primeiro #Crime aconteceu as 22h15  e aproximadamente uma hora depois mais duas pessoas foram mortas em ruas próximas.  #Investigação Criminal #Casos de polícia