O Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), vai anunciar nesta quinta-feira (dia 8), uma nova categoria de táxi que tem a ver com o aplicativo Uber. Os motoristas terão que ter carro preto, com bancos de couro, além de outros diversos ''mimos'' para agradar aos passageiros. No entanto, os táxis pretos só poderão ser chamados pelo aplicativo. A prefeitura implementou essa regra para que o Uber seja aceito na cidade.

Os automóveis que se adequarem as regras não farão uso do taxímetro. O valor cobrado será fixo e equivalente a cada percusso realizado. O governo municipal utilizou essa estratégia pois sabe que a frota atual disponível na capital paulista não atende a demanda existente de passageiros, principalmente, em períodos de férias e de grandes feriados, os chamados "feriadões".

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Muitas pessoas, que já tem instalado o aplicativo em seus smartphones, se perguntam na cidade sobre qual será o valor das passagens. Segundo fontes ligadas à prefeitura, a média será de R$ 6,00. Sendo que esse valor é maior que o valor de um táxi comum, que tem o taxímetro.

O aplicativo está causando uma grande polêmica, em todo o mundo, pois há de um lado os taxistas e do outro uma nova ferramenta de tecnologia. A Câmara de Vereadores da capital paulista já entrou com um requerimento dias atrás, e isso causou uma grande indignação entre as pessoas que queriam fazer uso do aplicativo.

Com isso, foram feitas muitas divulgações nas mídias sociais, jornais impressos e digitais. Isso tudo para que o prefeito não aceitasse que o Uber fosse proibido em São Paulo. O prefeito, em uma entrevista, disse: ''Eu tenho plena convicção do que estou fazendo e que isso poderá ajudar muito, pois o mundo atual é cercado de tecnologia, e a mesma pode nos ajudar e muito no dia a dia''.

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Entrevista foi exibida no canal Bandeirantes, no último dia 05.

Sabendo do potencial que São Paulo tem em relação aos passageiros diariamente, Fernando Haddad se viu obrigado a aceitar o Uber, mas os táxis pretos terão que dar uma contribuição para a prefeitura. #Negócios #Trabalho #Blasting News Brasil