O pintor de paredes Jorge Luz Morais de Oliveira é suspeito de matar e esconder vários corpos em sua residência na Favela Alba, onde morava na Vila Clementino, em São Paulo.

Segundo a polícia, ele confessou 6 crimes dos 7 que estão sendo investigados, mas a história pode ser um pouco mais complicada, pois a lista de desaparecidos na região chega a 30 pessoas.

Bombeiros e peritos vasculharam o local e encontraram o corpo de Carlos Neto Alves Junior, de 21 anos, na casa de Jorge Luiz no dia 25 de setembro. A partir dessa descoberta que as suspeitas começaram a aumentar até que, ao cavarem o local, foram encontrados mais três cadáveres e uma ossada, além de muitas roupas de homens, mulheres e crianças.

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No dia 29 de setembro as buscas continuaram e mais corpos foram achados enterrados no local, totalizando sete vítimas. Algumas fotos foram encontradas na casa e estão com a polícia até que se descubra se são das pessoas desaparecidas.

Motivação seria "queima de arquivo"

Jorge Luiz confessou o assassinato de algumas mulheres que compartilhavam droga que ele vendia e o motivo das mortes teria sido exatamente esse, o medo de que essas pessoas o entregassem à polícia.

Já o vizinho de Jorge Luiz, Carlos de 21 anos, foi morto após ter uma briga com o pintor, ele alega que foi em legitima defesa, mas mesmo assim confirmou o assassinato.

30 corpos continuam desaparecidos

A polícia está investigando todos os casos e está ainda no local para verificar se há mais pistas ou até mesmo corpos. Muitas mães, pais, amigos e familiares de pessoas desaparecidas foram até o local para tentar encontrar alguma informação e saber se o seus entes estão no meio das vítimas.

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Agora, o trabalho da polícia e dos peritos começa a se encaixar para chegarem a uma conclusão e encontrarem soluções para os casos. As famílias das pessoas desaparecidas precisam fazer o reconhecimento de objetos pessoas como roupas e demais pertences para saber se é realmente de quem se procura, caso isso não seja possível um exame de DNA será realizado.

  #Crime #Violência #Casos de polícia