Após o #Governo e a Fazenda do Estado de São Paulo entrarem com um agravo contra as liminares que concediam a fosfoetanolamina sintética aos pacientes com câncer, o governo está com um problema maior. O agravo gerou um movimento nas redes sociais. Alguns deputados de outros estados começaram uma mobilização para a regulamentação da fosfoetanolamina sintética.

Vendo que essas decisões vão demorar muito e alguns pacientes não conseguirão aguardar tanto tempo, começaram as mobilizações nas capitais de todos os estado do país. No domingo, dia 29, às 11 horas irão acontecer manifestações em todas as capitais em locais estratégico.

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#Manifestação será em favor da liberação da fosfoetanolamina sintética para todos os pacientes. O pedido é para que o governo não deixe de liberar o composto químico para quem precisa neste momento.

Governo se reúne com deputados estaduais pesquisadores

Na tarde desta sexta-feira, 27, o governador de São Paulo esteve em reunião com deputados estaduais pesquisadores e a paciente que já está em uso da fosfoetanolamina, Bernadete Cioff. "Cientes da situação insustentável em que se encontra os pacientes com câncer que já fazem uso da fosfoetanolamina, o governador Geraldo Alckimin e o secretário da saúde Davi Uip estão estudando uma maneira de atender emergencialmente todos os casos com liminar", disse Bernadete. Também estavam presentes na reunião os deputados Ricardo Madalena, Lobb Neto e Roberto Massafera, que comemoraram o resultado positivo da reunião.

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De acordo com uma advogada que não quis se identificar, a situação é muito simples, pois o governo do estado pode resolver esse impasse, sendo ele a ter dado entrada com o agravo. Há duas saídas: o governador autoriza a Universidade de São  Paulo a distribuir a fosfoetanolamina, ou o estado desiste do agravo que ele impetrou e ganhou na justiça. 

Últimas notícias

Na próxima segunda-feira, 30, o professor Gilberto Chierice, um dos pesquisadores da fosfoetanolamina sintética. visitará a  Fundação para o Remédio Popular (FURP), localizada na cidade de Américo Brasiliense, interior de São Paulo. Pacientes acreditam que a produção em larga escala já pode começar depois da visita do pesquisador. #Doença