Já pensou em trocar em vez de comprar? Cada vez mais, atentos ao consumo consciente, grupos organizam trocas nos centros urbanos. Em vez de ficar esperando vender algo nos Enjoei e OLX da vida, dá pra se desfazer rapidamente de coisas em prol de outras muito mais legais. Assim, tudo circula e abre espaço para as novidades.

O lema é desapegar. Essa coisa de ficar esperando emagrecer, engordar, ocasião especial, esquece! É hora de ficar apenas com o que é realmente útil e tem a nossa cara. O metro quadrado nas cidades está ficando cada vez mais caro e ter coisas inúteis em casa significa perder dinheiro com espaço sub-utilizado.

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Além disso, fazer trocas é importante na busca por hábitos mais saudáveis de consumo. Portanto, mãos à obra e se livre de tudo que não serve.

Veja algumas sugestões para se livrar do que não nos pertence mais:

1. Hostel usa moeda de troca

Em São Paulo, um hostel criou um modelo interessante de feira de trocas que tem feito sucesso. É só levar livros, roupas, objetos e acessórios em bom estado, que passarão por uma avaliação e serão trocados por vouchers. Aí, é só escolher o que gostou e "comprar" com os cupons. Como sempre tem feira, se sobrarem vouchers, dá para guardar para o próximo evento.

E, claro, tudo naquele clima hostel de festa. A próxima edição da Trocaí, feira solidária, acontece neste domingo, 8 de novembro, do meio-dia às 20h, no Hostel e Arte, que fica na rua Vergueiro, 3393, próximo à Vila Mariana, na Chácara Klabin.

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2. Miguxas podem salvar a pátria

O Trocaderia, por exemplo, é um grupo que une amigas que organizam evento de trocas de roupas novas e semi-novas (tipo aquela que não serviu, nunca usou, desgostou), em um determinado lugar com pagamento de ingresso. A ideia é focar em trocas divertidas. Homens podem até ir, mas são desencorajados.

A partir de uma avaliação inicial sobre o estado das peças de roupas, as minas são liberadas e podem percorrer o espaço do evento com as roupas expostas em cabides anunciando suas trocas. Também dá pra comprar peças a preços módicos. Tem provador feminino.

3. Facebook tem vários grupos de desapego por cidade

Geralmente, grupos de desapego têm um limite de até cinquenta reais para os itens. Muita gente acaba tentando revender coisas, mas garimpando com paciência dá para achar aqueles achados e fazer bons #Negócios. Até no Mercado Livre tem espaço para pequenas trocas. #Moda #Blasting News Brasil