Como de costume no início de um novo ano, surgem os reajustes diversos em serviços públicos, bem como em preços de produtos. Para começar 'bem' o ano, Haddad e Alckmin autorizaram aumento de R$0,30 nas passagens de ônibus municipais, trens e metrô.

As linhas municipais reajustadas são apenas as que circulam na cidade de São Paulo e não no Estado inteiro. Os demais municípios realizarão ou não o reajuste com base em suas respectivas prefeituras e valores vigentes das tarifas das empresas de ônibus contratadas.

Apesar de alto o valor, o reajuste ficou abaixo da #Inflação. Caso se baseasse na atual inflação do Brasil, o valor da tarifa chegaria á R$4,00.

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Com a desvalorização do real, o rebaixamento de bancos e a tendência de que a inflação aumente cada vez mais devido uma péssima administração politica do governo federal, o valor do combustível subiu, a energia elétrica do paulista é a mais cara do Brasil, o salário minimo vai à R$880 dia 1º de janeiro e as empresas precisam reajustar tarifas para continuar trabalhando em meio á crise.

Para quem utiliza o Bilhete Único, os valores permanecem sem alteração por enquanto, ficando congelados em R$140 e R$38.

Haddad chegou a cogitar que não houvesse aumento de tarifa de ônibus em 2016, entretanto, como aumentou o número de gratuidades e descontos e a prefeitura encontra-se no vermelho, preferiu optar pelo aumento. Em São Paulo, estudantes que são bolsistas do PROUNI ou FIES não pagam para utilizar o transporte público.

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Demais alunos pagam meia tarifa. Idosos a partir de 65 anos e portadores de alguma deficiência física ou mental circulam gratuitamente e professores pagam meia.

A população que depende do transporte público, bem como aqueles cidadãos que não precisam usufruir da 'qualidade' do transporte coletivo, utilizaram as redes sociais para reclamar do aumento.

Veja algumas publicações:

Algumas pessoas já falam em realizar protestos contra o aumento, entretanto, não é tão simples assim. O Brasil encontra-se quase 'falido' por má administração federal, tudo foi reajustado e com um salário minimo com R$92 de aumento, era óbvio que tarifas públicas iam subir para cobrir o 'prejuízo'. Em janeiro, há previsão de aumento da gasolina e da energia elétrica. Sem falar dos alimentos nas prateleiras do supermercado. De tal forma, a insatisfação não deve partir, exclusivamente, da parte de baixo da pirâmide, ainda que também seja prejudicial à quem mais precisa, mas sim do topo dela, de onde partem todas as decisões que afetam diretamente a vida do brasileiro. #PT #Geraldo Alckmin