Conta-se hoje no Brasil com um número de aproximadamente 4.500 #Refugiados, sendo estes de 70 países diferentes e se não todos, sua grande maioria nos centros urbanos. Estes recebem documentos e acesso a políticas públicas.

Quem ajuda e como?

A ACNUR (Agência da ONU para refugiado no Brasil) tem auxiliado muitos dos refugiados através de projetos e parcerias com o objetivo de causar menos impacto na adaptação destas pessoas e possibilitar a reconstrução de suas vidas. Entre os projetos estão o microcrédito, habitação local (reassentamento), fronteiras e cidades solidárias, além de trabalhos para geração de renda.

Contribuição e crescimento para a economia

Os refugiados que são vistos em sua maioria como vítimas e em alguns casos (dependendo da origem e religião) como ameaças, também possuem muito a contribuir a seus hospedeiros e têm mostrado valores na mobilização da economia, como acontece na Alemanha, que hoje possui a menor taxa de desemprego da Europa e cresce com a construção de moradias.

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Segundo a economista húngara Petra Reszketõ, os imigrantes/refugiados em sua maioria possuem excelentes níveis acadêmicos, são informados, autônomos e com aportes financeiros, pois, de outra maneira, não teriam condições de pagar atravessadores para fugirem de seus países de origem.

Os refugiados são homens, mulheres, crianças que sofrem perseguições de vários tipos, e têm seus direitos violados. Na Austrália, a campanha I CAME BY BOAT tem levantado fundos e difundido a questão humanitária e igualitária dos refugiados, tentando amenizar o impacto destas pessoas na reconstrução de suas vidas.

Campanhas coletivas têm se tornado comuns e ajudado pessoas, como o caso de Abdul Halim al-Attar, que vendia canetas pelas rua de Beirute com sua filha no colo, e uma campanha coletiva conseguiu arrecadar para Abdul e sua família a quantia de $188,685,00, que possibilitou que ele abrisse 3 negócios e empregasse outros imigrantes.

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Geração de renda e oportunidades

A concentração maior dos refugiados são em capitais como: São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. Curso e oportunidades de trabalho são oferecidos para que possam ser integrados no país. Eles retribuem com serviços e conhecimentos para geração de renda, dando aulas de línguas, culinária e cultura, como o projeto “Abraço Cultural” em São Paulo.

Desta forma, outros olhares têm recaídos sobre estes imigrantes, que chegam dia após dia no país. #Crise econômica #Crise migratória