Em época de crise, até mesmo a Prefeitura da Cidade de São Paulo decidiu economizar e investir menos no maior Réveillon do Brasil. O show que embala multidões, repercute internacionalmente e é transmitido por algumas emissoras de TV, possui uma estrutura menos glamourosa nesse ano.

O palco das atrações será bem menor do que o público está acostumado, mas a justificativa existe: com a #Crise econômica, houve muitas despesas e poucos patrocinadores para o evento. A economia não ficou no palco. Esse ano, os artistas mais conhecidos do evento são a dupla sertaneja Marcos e Belutti, os demais contratados são artistas conhecidos do público, mas com irrelevante expressão no cenário musical, segundo opinião dos próprios paulistas insatisfeitos com a divulgação da lista de atrações.

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Quem comparecer nas proximidades da  Av. Brigadeiro Luís de Antônio a partir das 19:30 do dia 31 de dezembro, vai assistir à um show da banda que muita gente nem se lembrava mais: DjaVú. O forrozeiros estilo Calypso prometem levar nostalgia ao público, que costuma superar um milhão de pessoas. Dennis DJ, quase não conhecido da maior parte daqueles que pretendem passar o réveillon na Paulista, dominará o palco da atração por uma hora, prometendo colocar batidas que vão fazer o público mexer o esqueleto.

Os baianos do Chiclete com Banana chegam a partir das 21:30, levando clássicos do axé para o palco do evento. Criolo sobe ao palco às 22:30. A partir das 23:30 o público acompanha a dupla Marcos e Belutti, que dará uma pequena pausa no show à meia noite para a tradicional queima de fogos que serve de boas vindas para o novo ano.

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Após os sertanejos, Mumuzinho promete levar novos e antigos sucessos do pagode ao palco e para finalizar a noite, quando boa parte dos presentes já foram embora ou estão embriagados, rola uma apresentação da escola de samba Vai-Vai.

Ano passado a prefeitura investiu em mais de cem mil fogos de artifício na virada. Não se sabe se Haddad e cia fizeram o mesmo investimento esse ano. A prefeitura chegou a investir aproximadamente R$3 milhões por conta do patrocínio reduzido desse ano. Se não fosse assim, a cidade corria o risco de não ter o tradicional réveillon. Pelas redes, dezenas de comentários demonstraram a insatisfação do paulistano com o que chamam de 'réveillon pobre na cidade mais rica do país'. Os comentários prosseguiram para matérias de diferentes sites e do perfil oficial da prefeitura de São Paulo no Facebook.

Veja alguns comentários:

Você está satisfeito com as atrações do réveillon desse ano? Deixe sua opinião nos comentários abaixo. #Entretenimento