Com o aumento nos casos de microcefalia em bebês na cidade de Campinas, as cidades da região estão em alerta e preocupados com as novas informações de um aumento de 10 para 16  casos da má-formação em bebês conforme boletim informado na segunda-feira, (4). Esse aumento põe em alerta não só a população campineira mas toda a região. Apesar da associação da microcefalia com o Zika Vírus, o secretário municipal de Saúde de Campinas Carmino Antônio de Souza garante que não foi estabelecida a relação da má-formação com o vírus que é transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti. De acordo com a “UOL Notícias” o secretário não excluiu uma possível associação, já que o Ministério de Saúde não definiu quais são os critérios de eliminação.

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Os casos identificados ocorreram a partir do mês de outubro de 2015. Cinco dos casos registrados são de cidades da região de Campinas, quatro da cidade de Sumaré e uma de Hortolândia, todos os bebês nasceram em Campinas. As crianças que nasceram após os nove meses de gestação e tem o perímetro da cabeça com 32 centímetros ou menos são diagnosticadas com a microcefalia. Não é possível saber o porcentual do aumento real da microcefalia, já que o registro dessa má-formação nunca foi obrigatório, diz o secretário. Na cidade de Campinas, nascem cerca de 20 mil crianças por anos e de acordo com dados do Ministério da Saúde, no ano de 2014 foram registrados 39 casos de má-formação em todo o Estado de São Paulo.

Segundo o secretário não existe confirmação do #Zika Vírus em Campinas.

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Ele conta que o problema com o vírus está fazendo com que as pessoas tenham mais preocupação em prevenir o surgimento do mosquito e que isso ajuda muito no combate, facilita que os agentes comunitários façam o seu trabalho nas casas. Esse medo da população está ajudando na conscientização de que há diversos riscos com a proliferação do mosquito Aedes,  que pode transmitir outro vírus como a Chikungunya e a Dengue além do Zika Vírus. Souza também garante que uma comissão com as universidades foi criada para trabalhar essa questão. #Doença