Um dia antes do novo preço da tarifa para trens, ônibus e Metrô em São Paulo entrar em vigência, um tumultuado protesto ganhou corpo no centro da capital. Na sexta-feira (8), manifestantes aderiram ao protesto do Movimento Passe Livre (MPL) e levaram a sua indignação com relação ao aumento de R$ 3,50 para R$ 3,80.

Na ocasião, o protesto iniciou de forma pacífica, mas terminou em desordem e em um pesado confronto entre a Polícia Militar e mascarados, que atiraram objetos como pedra e até coqueteis molotov em direção aos agentes de segurança. Além disso, houve depredação e vandalismo, assim como nos piores momentos da onda de manifestações que parou o Brasil em junho de 2013. 

Pelo Twitter, o governador de São Paulo, #Geraldo Alckmin, que anunciou o aumento da tarifa em conjunto com a prefeitura de São Paulo no final de 2015, condenou o vandalismo e ressaltou o trabalho desempenhado pela PM.

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"São inaceitáveis esses atos de vandalismo e destruição do patrimônio público que presenciamos hoje aqui na capital. A PM agiu e seguirá agindo para garantir a liberdade de #Manifestação e o direito de ir e vir das pessoas. O vandalismo é crime e não será tolerado", postou.

Por outro lado, o MPL já confirmou a realização de mais uma manifestação contra o aumento das tarifas. Na próxima quinta-feira, 14, haverá concentração a partir das 17h no Largo da Batata e no Teatro Municipal. A ideia é seguir lutando pela redução. #Casos de polícia