A redução de R$3,80 para R$3,75 nas tarifas do metrô é facultada apenas algumas estações, como República e Santa Cruz que possuem grande movimento. A falta de moedas de R$0,10 no mercado, do qual já tem sido sentida pelo comércio paulista, foi o que incentivou a redução temporária de cinco centavos.

O governador do Estado de São Paulo, #Geraldo Alckmin, disse que já haviam tentado obter a troca de cédulas por moedas de R$0,10 em vários bancos, mas estes, por sua vez, não dispunham das moedas. O governador afirmou ainda que agora vai buscar auxilio da Casa da Moeda para que esta venha a fabricar mais moedas de R$0,10.

Segundo informação oficial da Casa da Moeda, ano passado foram fabricadas 773 milhões de moedas de R$0,10, sendo o número superior à 2014, mas inferior à 2013, quando mais de dois bilhões de moedas entraram em circulação no país.

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A Casa da Moeda também informou em nota que a produção de moedas foi impactada pelos cortes de gastos federais que vem ocorrendo desde 2014 e que agora é sentido no dia a dia do brasileiro, sobretudo em São Paulo que é o estado mais populoso do país e que possui circulação de milhões de reais diariamente nos mais variados seguimentos do mercado.

Mesmo com a nota oficial, a Casa da Moeda não disse se vai fabricar novas moedas, apenas sugeriu que comerciantes façam uma espécie de coleta de moedas de seus clientes, trocando por cédulas e depois colocando-as em circulação como troco, o que já auxiliaria no problema.

A falta de moedas só não é mais prejudicial a economia do estado, porque mais da metade da população costuma realizar pagamentos com o cartão de débito ou crédito, bem como costumam recarregar cartões de ônibus, trens e metrô com valores que deem para a semana ou mês inteiro.

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Também há a possibilidade de recarregar diversos cartões de transportes pelos sites das respectivas empresas, sendo que o valor pode ser pago por cartão de crédito, débito ou com boleto bancário, do qual o usuário pode pagar pela internet ou telefone, evitando o contato com moedas e claro, as indesejadas filas. #Crise econômica #Protestos no Brasil