De acordo com reportagem publicada no jornal Diário do #Grande ABC, nesta quinta-feira (4), a filial do buffet infantil Fantastic House, com endereço na avenida Kennedy, número 715, no bairro Jardim do Mar, em São Bernardo do Campo, encerrou as atividades no último dia 26 de janeiro sem dar satisfação para várias famílias que já haviam adiantado o pagamento das festas que seriam organizadas e realizadas no local. 

Uma das clientes afirmou à reportagem que chegou a pagar cerca de R$ 1.500,00 adiantados e outros R$ 2.800,00 parcelados pela festa que seria realizada no final de janeiro. Para surpresa dela e do marido, dias antes, ao visitarem o espaço, encontraram o local fechado. 

Foram diversos os contatos com os proprietários do local, todos sem sucesso.

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Conforme apurou a repórter Maria Teodoro, o empreendimento é de propriedade do casal Rafael e Laila Somensari, mas teria sido vendido recentemente para Sara Furlanetto que também não foi localizada. 

Nas demais unidades do buffet, localizadas na capital paulista, ninguém foi encontrado. Os prédios também estão com as portas fechadas e outros clientes teriam sido prejudicados. 

Um dos contratantes soube do problema apenas no dia agendado para a festa, amargando um prejuízo da ordem de R$ 4.500,00 que incluiu lembrancinhas, animadores, entre outros detalhes preparados pela família para o aniversário. A solução foi improvisar uma recepção em casa para os parentes e amigos.

Os prejudicados estão se organizando em grupos nas redes sociais para avaliar a possibilidade de uma ação judicial conjunta.

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Um boletim de ocorrência já foi registrado. No momento, de acordo com o Diário, oito vítimas prestaram queixa.

Caso os proprietários não sejam encontrados, a Justiça pode ordenar um ofício para que os mesmos sejam localizados pela Junta Comercial. Se a empresa decretar falência, o processo pode levar anos para ser concluído. Para ressarcir o dinheiro investido, uma possibilidade é a desconsideração da personalidade jurídica do buffet, fazendo com que os sócios paguem as dívidas com a venda dos seus bens pessoais.  #Casos de polícia