Uma história que parece ter saído de novelas colocou uma mãe em uma situação extremamente difícil na cidade paulista de Campinas. A tortura na vida de Zilda Reinelt foi intensa ao saber que suas três filhas, as gêmeas Anna Paula e Anna Maria e a mais velha, Eva Cristina, sofriam de uma mesma #Doença que afetava a funcionalidade de seus rins.

A doença, conhecida como glomeruesclerose focal, fazia com que os rins das jovens envelhecessem de forma mais rápida que o normal, perdendo de forma acelerada a capacidade de filtragem do sangue. A mãe, que era uma possível doadora do órgão, passou então a viver com um torturante dilema: para quem doaria um de seus rins?

Depois de tentar alguns tratamentos, foi preciso recorrer à hemodiálise, na qual o paciente fica ligado a uma máquina que circula o seu sangue para realizar a filtragem de forma similar aos rins.

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As sessões de 4 horas, realizadas três vezes por semana, deixavam efeitos colaterais nas jovens: tontura, dor de cabeça e pressão instável. O sofrimento de Zilda ao ver as filhas nesta situação era enorme, o que se agravava pelo fato de que no Brasil, a quantidade de doadores de órgãos é muito pequena para atender à demanda necessária.

Felizmente, às vésperas de um natal, essa história começou a ver uma solução. Depois de muito conversarem, Anna Maria e Eva Cristina resolveram presentear de forma surpreendente a irmã, e decidiram que Anna Paula seria a receptora do rim de sua mãe. Com o sucesso da cirurgia, dona Zilda logo recuperou suas energias e foi em busca da solução para as duas filhas. Em menos de um ano, Eva Cristina foi a felizarda da vez, e recebeu um dos rins de seu pai. Anna Maria, sendo a última, já se encontrava muito mais aliviada por ver suas duas irmãs bem e, porque pouco tempo antes, havia recebido a notícia de que uma prima de seu pai possuía um rim compatível para doação.

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A emoção da família e principalmente de dona Zilda era imensa, e para ela, é um privilégio ter três filhas tão especiais, que conseguiram se unir em um momento delicado e dar a volta por cima.

Depois dos acontecimentos, a família fundou uma ONG sobre transplantes, chamada de Associação Doe Vida. É estimado que no Brasil haja cerca de 70 mil pessoas na fila por um rim atualmente.

O que achou desta história? Vale para refletir muitas coisas em nossas vidas. Se gostou, clique abaixo em ‘recomendar’ e compartilhe esta notícia com seus amigos! #Tratamento