Através do portal de transparência da Câmara Municipal de São Bernardo do Campo é possível saber o valor que o Legislativo daquela cidade, localizada na região metropolitana de São Paulo, gasta mensalmente com salários e benefícios de vereadores e funcionários (efetivos e comissionados). 

Publicado nos últimos dias, o relatório com os dados de janeiro de 2016 apresenta um custo total de R$ 4,7 milhões de folha de pagamento. 

Com servidores efetivos, contratados por concurso público, o gasto ficou na casa de R$ 1,1 milhão. Já o pagamento a vereadores gerou uma despesa de pouco mais de R$ 500 mil.

A maior parte, portanto, foi direcionada para o pagamento dos chamados comissionados, em geral, colaboradores nomeados por vereadores, cujos rendimentos consumiram mais de R$ 3,1 milhões. 

Ainda de acordo com o relatório de janeiro deste ano, os cargos efetivos com maiores salários são os de Secretário Financeiro, Secretário Administrativo, Procurador Legislativo, Supervisor Técnico, Agente Legislativo com rendimentos que variam entre R$ 16 mil e R$ 18 mil mensais.

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Os vereadores de São Bernardo do Campo recebem um pagamento bruto de R$ 15.031,75 sobre o qual são aplicados descontos envolvendo previdência e convênio médico. Atualmente, o vereador Paulo Dias não recebe salário da Câmara por ocupar o cargo de Secretário Municipal de Educação. 

Entre os cargos comissionados, as principais remunerações estão nos postos de Assessor Jurídico, Secretário Geral e Chefe de Gabinete com salários entre R$ 14 mil  e R$ 15 mil. A maioria dos assessores em geral recebe rendimentos que variam entre R$ 2,5 mil e R$ 8 mil dependendo da especificação do cargo.

Cada vereador tem, em média, 14 assessores comissionados à disposição, distribuídos em cargos como o de Assessor de Relações Comunitárias, Assessor de Relações Parlamentares e também o de Assessor de Relações Parlamentares. 

Para maiores detalhes, os munícipes podem acessar o portal de transparência da Câmara e baixar os arquivos com os relatórios publicados no formato PDF.  #Reforma política #Eleições 2016 #Grande ABC