Artigo publicado no site da Exame neste final de semana apresenta o resultado de um estudo comparativo entre os custos de operação dos bancos Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil, voltados para o financiamento de imóveis em diversas cidades, incluindo Campinas, no interior paulista. 

Para a pesquisa foi usado como parâmetros um apartamento de 70m² para um cliente com cerca de 40 anos de idade. O levantamento também considera que 80% do valor será financiado em um parcelamento de 30 anos com uma taxa anual de 11,20% de juros. 

O estudo utiliza como base a renda bruta da família (soma de todos os rendimentos daqueles que contribuirão com o financiamento), formato semelhante ao usado pelas instituições bancárias no momento do cálculo do crédito.

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Importante também considerar que o valor da parcela não pode ultrapassar 30% da renda. 

A Caixa não foi incluída na pesquisa, pois o banco fornece crédito, atualmente, apenas para até 50% do valor total do imóvel (no caso dos usados). 

Em Campinas, por exemplo, para um apartamento no valor de R$ 372.680,00, a renda bruta deve ser de R$ 12.154,00. O valor da parcela inicial chega a R$ 3.646,00 com a entrada (20%) em R$ 81.634,00, ficando os demais R$ 298.144,00 amortizados com o tempo. Nessa simulação, o metro quadrado chega a custar R$ 5.324,00. 

A pesquisa da revista também analisou Belo Horizonte, Brasília, Contagem, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Niterói, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Paulo, Vila Velha e Vitória. 

Tendência

De acordo com levantamento realizado por um site especializado em classificados de imóveis, comprar um apartamento na faixa de R$ 300 mil significa optar por um local que traga conforto, mas que está distante da região central da cidade. 

Com a valorização do metro quadrado no Brasil ficou difícil a tarefa de encontrar apartamentos nesse preço, ainda mais em cidades com custo de vida elevado.

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Mesmo com a queda recente nos preços, o mercado ainda não conseguiu reverter a tendência nessas cidades. #Negócios #Crise econômica