O clima foi de tensão na tarde desta quarta-feira, 30, no prédio da Fiesp, em São Paulo. O Edifício pertencente à Federação das Indústrias Paulistas ficou conhecido em todo o país por virar palco das manifestações contra a presidente da república Dilma Rousseff. Na fachada da construção, através de luzes de LED, uma faixa preta em meio à linhas verdes e amarelas dizia 'Renúncia Já'. Bem longe dos protestos, o edifício foi literalmente "invadido" por policiais por volta das 13 horas. Agentes do GATE, Grupo de Ações Táticas Especiais da Polícia de São Paulo foram chamados para periciar o local. Eles receberam a denúncia de que havia uma bomba no décimo quinto andar da construção.

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Localizado no coração da maior cidade do país, o prédio da Fiesp é o de número 1313 da Avenida Paulista. 

De acordo com informações do site da 'Revista Veja São Paulo', o chefe da segurança do prédio teria afirmado que a suposta bomba estaria na sala de reuniões, onde grandes decisões da indústria paulistas acabam acontecendo. Os policiais então fizeram uma verdadeira varredura e algumas pessoas tiveram que sair do local durante a perícia. Depois que as salas do andar foram periciadas, nada foi encontrado.

Além do décimo quinto andar, o GATE achou melhor vistoriar também o lado externo do edifício, fazendo uma nova varredura. Minutos depois, os policias informaram aos trabalhadores e executivos da região que o alarme felizmente era falso. A ameaça de bomba aparece em um momento que a Fiesp está com uma forte campanha contra a presidente da república Dilma Rousseff.

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Neste fim de semana, os principais jornais impressos do país trouxeram anúncios bancados pela instituição pedindo o impeachment da líder política do país. O prédio é considerado um dos cartões portais de São Paulo.

O clima nos últimos tensos foi de pura tensão na política brasileira e ameaças aconteceram na internet vindas dos dois lados. O jornalista Juca Kfouri virou matéria do site 'Pragmatismo Político' e disse que teria sido atacado por homens mascarados. Ele é considerado um defensor de Dilma.  #Crime #Investigação Criminal