O Conselho de Anciães mais antigos, reunidos na casa de oração da Congregação Cristã no Brasil, do bairro do Brás, na capital paulista, deliberou e admitiu que 109 (cento e nove) novos obreiros irão compor o corpo ministerial da #Igreja no interior do Estado de São Paulo.

Para as mais diversas regiões do Estado, serão ordenados 42 (quarenta e dois) novos anciães, que serão responsáveis pelo atendimento de Batismos, Santas Ceias e Reuniões de Mocidade. Também serão ordenados 67 (sessenta e sete) novos diáconos para atenderem parte da necessidade material e assistencial da denominação religiosa.

A reunião para confirmação de novos obreiros é realizada com o quórum dos anciães mais antigos da igreja, que após terem os nomes dos novos possíveis obreiros narrados, oram e buscam de Deus uma confirmação, se manifestando cada um favorável ou não à ordenação de cada candidato.

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Junto dos nomes, uma ficha minuciosa sobre a vida do possível obreiro, seu testemunho de fé e vida junto à comunidade religiosa, e vida pessoal são levados em consideração.

As ordenações consistem em uma solenidade ocorrida em cada localidade onde, geralmente, o novo obreiro será responsável pelo atendimento de sua função ministerial. Como é de costume, a Congregação destina os anciães mais antigos na função de cada região para procederem às ordenações.

A confirmação dos nomes estava marcada para a data de ontem, 20. No entanto, devido ao grande volume de candidatos ao ministério, o dia de ontem ficou destinado à entrega e análise das fichas enquanto que hoje procederiam às orações para confirmação ou não. A igreja não divulga se nomes apresentados foram rejeitados, apenas emitem uma listagem dos que serão ordenados.

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Enquanto os números já foram divulgados, os nomes ainda não são conhecidos até o momento do fechamento desta matéria. Os fiéis, nas redes sociais, mostraram-se ansiosos pela divulgação dos nomes e localidades que terão novos obreiros e também, por conseguinte, novas ordenações. O processo de novas ordenações é bastante cauteloso e pode demorar anos, ficando uma localidade sem ancião ou diácono até um novo ser ordenado.

Essa demora se dá pelo procedimento minucioso e bastante detalhado para novas ordenações. É importante ressaltar que a Congregação não mantém classes de formação de obreiros e também não remunera os membros do seu corpo ministerial ou qualquer outro fiel que exerça encargo ou função da igreja. As contribuições, chamadas de "coletas", são voluntárias e anônimas, não ficando estipulado nenhum valor ou percentagem a ser paga pelos fieis.