Na manhã desse domingo, 22, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), dirigia-se à escola onde faz um curso de pós-graduação e encontrou o seu veículo com o vidro quebrado e com várias partes danificadas.

O criminoso levou o step que se encontrava no porta-malas do carro e deixou um rastro de destruição para trás. Eduardo gravou um vídeo mostrando o carro e contando o que aconteceu.

Um boletim de ocorrência foi lavrado no 78º Distrito Policial de Jardins e uma vistoria foi realizada no veículo. O deputado apenas questionou que foi em outra delegacia antes, mas não havia plantonista, o que evidencia corte de verbas por parte do Poder Público e sobrecarregamento de serviço para outros distritos policiais.

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Eduardo disse que não foi reconhecido como deputado e que mesmo assim foi muito bem tratado antes e depois dos policiais obterem a sua qualificação. Recentemente os irmãos de Eduardo, Flávio, que é deputado estadual e Carlos que é vereador, ambos do estado do Rio de Janeiro, também foram vítimas da violência urbana.

Carlos trocou tiros com bandidos e Flávio teve o táxi em que tinha embarcado alvejado por tiros. Eduardo é policial federal e filho de Jair Bolsonaro, deputado que representa a direita e que também é militar da reserva.

Ainda no vídeo, o parlamentar orientou que se uma pessoa for vítima de um furto, que faça o boletim de ocorrência para que as autoridades policiais saibam o que está acontecendo. Também salientou que é possível realizar o boletim pela internet em São Paulo para determinados crimes.

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Eduardo apenas não realizou o B.O. pelo site da polícia civil porque devido o dano provocado no veículo foi necessário realizar uma vistoria.

Um vizinho do local do #Crime informou ao deputado que os furtos são comuns na região. Entre os meses de janeiro, fevereiro e março desse ano, mais de 28 mil veículos foram furtados em São Paulo, de acordo com dados oficiais divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do estado, sendo quase onze mil só na capital paulista.

Assista ao vídeo feito pelo deputado:

#Violência #Câmara dos Deputados