Uma criança de 11 anos teve sua vida interrompida bruscamente, neste domingo (26). Segundo informações da mãe do menino, ele saiu escondido de casa depois de uma discussão com a irmã mais velha.

O garoto, que se chamava Waldik, estava na companhia de dois bandidos em um carro. Dona Orlanda, mãe do garoto, disse ter visto o filho no sábado antes de sair para trabalhar. Ainda, de acordo com ela, o filho não andava em boas companhias. “A gente tava assim tentando tirar ele da rua. Já tava até conseguindo, mas aí aconteceu o que aconteceu”.

O fato ocorreu na Zona Leste do Estado de São Paulo, em Guaianazes. Waldik foi atingido por um tiro no decurso de uma perseguição policial.

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Os bandidos que estavam no carro conseguiram fugir. O menino estava sentado no bando traseiro e foi atingido na nuca pela bala, ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu. O corpo de Waldik foi encaminhado para o Instituto Médico Legal.

Foi aberto inquérito policial para averiguar a ocorrência e o caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa – DHPP. O guarda que disparou o tiro foi preso em flagrante, porém, depois de pagar fiança, foi solto e vai aguardar a investigação em liberdade.

O velório está acontecendo nesta segunda-feira (27), no cemitério da Vila Formosa, onde o corpo será sepultado, o enterro está marcado para as 16h. A família do garoto está muito abalada com o ocorrido.

De acordo com uma nota divulgada pela prefeitura do município, a Secretaria de Segurança vai apurar com rigor a ocorrência e que os agentes envolvidos serão afastados do cargo até que tudo seja esclarecido.

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Caso Recente

Outro caso semelhante aconteceu no início do mês. Ítalo, que tinha 10 anos, foi morto por policiais militares em uma ocorrência. O caso aconteceu na Zona Sul de São Paulo. O garoto, de 11 anos, que estava dentro do carro com Ítalo, apresentou várias versões do fato durante os depoimentos. Ele e a família entraram para o Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de #Morte e não se encontram mais no Estado de São Paulo. #Casos de polícia