Já faz muitas décadas que existem alguns movimentos que desejam a separação do estado de São Paulo do Brasil, elevando o estado ao status de país.

Desde que o movimento começou, alega-se, através de dados públicos oficiais da economia paulista, que o estado é o mais rico do Brasil, com o maior PIB do país, que paga os maiores impostos à União e muitas vezes acaba 'carregando' outros estados nas costas.

Além disso, São Paulo possui uma população maior do que muitos países da América do Sul, como a Argentina, e o seu PIB é o segundo maior do continente. O estado também arrecada cerca de R$1,3 bilhões em impostos que são repassados ao #Governo federal todos os dias.

Publicidade
Publicidade

São Paulo possui mais de 44 milhões de cidadãos, sendo quase 40 milhões nascidos no estado. Com a maior população do Brasil, a organização não governamental 'São Paulo Livre' pretende realizar um plebiscito em outubro para consultar os cidadãos sobre uma eventual separação.

A campanha foi batizada de 'SampAdeus - São Paulo dá adeus ao Brasil' e já tem número significativo de apoiadores. Embora a ideia já exista há muitos anos, a mesma começou a ganhar mais força após as eleições de 2014, quando Dilma Rousseff foi eleita presidente do Brasil. Na época, houve também a proposta de alguns políticos influentes de que São Paulo e os estados do sul se tornassem um único país separado dos demais estados do Brasil. Apesar de ter garantido aceitação nas redes sociais, a proposta nunca foi documentada.

Publicidade

O outro lado da proposta

Há pessoas que não gostaram da ideia de separar o estado, sobretudo os mais patriotas, os adeptos à preferência política distinta da direita conservadora, e também aqueles que migraram de outros estados para começar suas vidas na terra da garoa.

Na página oficial do movimento, há comentários de apoio e amor pelo estado, mas também há críticas daqueles que não concordam com as justificativas para a separação. Pessoas de outros estados também têm deixado opinião na página São Paulo Livre. A eventual aprovação do plebiscito não torna o estado um país, mas abre a possibilidade da separação ser discutida politicamente, assim como ocorreu no Reino Unido.

E você, o que pensa sobre isso? Comente e opine. #Manifestação #União Europeia