Há pouco mais de um mês, um mulher conhecida como Priscila Toscano (ora com um 'l', ora com dois 'll'), protagonizou uma cena grotesca em via pública, quando em plena luz do dia, na Avenida mais conhecida de São Paulo, defecou e urinou na frente de todos, com direito a mandar um 'joia' para a câmera.

Há algumas semanas pode-se concluir que a mesma, apesar de ser contratada da prefeitura de São Paulo para dar orientação teatral para maiores de 14 anos, não apareceu mais para trabalhar após o 'protesto com fezes' realizado em público. Apesar de ter sido confrontada, a prefeitura não informou se a mesma foi demitida ou realocada para outra repartição da secretaria de cultura.

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Sumida dos olhos de todos por conta da grande besteira que fez, Priscila parece que decidiu voltar aos palcos da vida com uma nova encenação do clube dos 'sem noção': ela ficou nua, com as pernas abertas e com a bandeira do Brasil introduzida no órgão sexual.

Segundo a publicação, a 'atriz', que também é professora de teatro e nas horas vagas se expõe de forma humilhante nas ruas em nome da 'arte' ou em protestos, realizou uma encenação que simbolizou o momento em que a personagem 'pariu a nação'. Depois outros 'atores' simbolizaram 'deputados estilo Walking Dead' comendo uma mulher viva durante uma votação.

Quando a página esquerdista percebeu a repercussão das fotos, editou a descrição e apagou o nome da moça, sem dar qualquer explicação. Entretanto, o Facebook permite que qualquer pessoa visualize o histórico de edições e com isso, todos puderam constatar quem era a atriz, conforme é possível ver na imagem dessa matéria.

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A página não se pronunciou sobre o fato.

Os atos bizarros foram realizados durante a ocupação da Funarte de São Paulo e Teatro de Arena, que estão ocupadas até hoje, mesmo após Michel Temer recriar o Ministério da Cultura. Artistas anônimos e estudantes que prendem a vaga de pessoas que desejam estudar em universidades públicas se revezam para tomar conta de prédios públicos vinculados ao MinC, não só em São Paulo, mas em várias cidades brasileiras.

Como os esquerdistas que participaram do evento não esperavam elogios, não devem ter ficado chocados com a quantidade de criticas dos internautas, que, dentre outras coisas, repudiaram o ato de desrespeito com à bandeira nacional.

Pois é, após Jean Wyllys e Zé de Abreu começarem com o 'cuspe da resistência', os demais esquerdistas não têm mais limites para demonstrar suas 'fragilidades'. Depois de cuspir, urinar, defecar e introduzir uma bandeira no órgão sexual, é assustador imaginar o próximo capítulo da história desse pessoal que busca 15 minutos de fama para distorcer o foco da crise política.

E você, o que acha desse tipo de conduta da 'orientadora teatral'? Deixe a sua opinião com um comentário. #Crime #Comportamento #Protestos no Brasil