O inverno brasileiro começou oficialmente nesta segunda-feira, às 19h34 (horário de Brasília), com a expectativa de muito frio e temperaturas mais baixas do que as registradas em 2014 e 2015. 

De acordo com a equipe da Somar Meteorologia, neste ano o clima não estará sob influência do El Niño, responsável pelo aquecimento dos oceanos. A previsão é de um inverno "tradicional". Existe ainda a possibilidade do frio se estender além do início da primavera.

Chuvas também devem surgir durante os meses de julho e agosto.

Previsão

A previsão do tempo para as cidades que integram a região metropolitana de São Paulo é de céu nublado, névoa pela manhã e no final da tarde, além de chuva fina durante vários momentos do dia.

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Até quinta-feira (23/06), a temperatura média será de 10ºC pela manhã, não ultrapassando os 18ºC por volta de meio-dia. 

Apesar da relativa distância, as condições do clima são as mesmas para cidades como Santo André, Osasco, Guarulhos e Mogi das Cruzes. Uma massa de ar frio cobre toda a Grande São Paulo atingindo também o Vale do Paraíba e o Litoral. 

A partir de sexta-feira (24/06), a chuva desaparece dando lugar a dias de sol com muitas nuvens e um pouco névoa na parte da manhã. Os termômetros devem registrar uma média de 14ºC de mínima contra 24ºC de máxima no final de semana. 

Campanhas

Em São Bernardo do Campo, uma série de postos de arrecadação foram abertos para captação de cobertores, agasalhos, calçados e alimentos que serão destinados aos moradores de rua e também compartilhados com instituições de caridade da região do ABC Paulista (lista completa no link abaixo). 

Outros municípios da Grande São Paulo também estão se organizando para recolher doações.

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A Cruz Vermelha e o Exército da Salvação aceitam roupas que podem ser retiradas por suas equipes.

Nas páginas das organizações é possível encontrar o telefone da unidade mais próxima para entregar os itens. 

Polêmica

A prefeitura de São Paulo publicou nesta semana um decreto que autoriza a retirada de camas, barracas e sofás utilizados por moradores de rua que estejam atrapalhando as vias públicas da capital.

O prefeito Fernando Haddad defende a lei alegando que a mesma é uma medida que ajuda a tirar as pessoas de locais que podem oferecer riscos à saúde ou causar acidentes. Críticos da medida afirmam que o petista quer fazer uma "higienização" da cidade.  #Mudança do Clima #Grande ABC